Luciano Jorge de Jesus

@proflucianojj.bsky.social

(ele/dele) Professor da rede pública de BH e MG. RPGista, produtor de conteúdo (seja lá o que isso signifique) e membro do Observatório da Discriminação Racial no Futebol.

Caravanas de todo o país se preparam para testemunhar esse momento histórico! O palco onde tudo começou vai renovar nosso compromisso com o futuro da nação. Não perca! 🇧🇷 É dia 16, na Vila Euclides, às 9h, em São Bernardo do Campo!

É uma pergunta interessante. Pro meu mestrado a IA foi uma ferramenta importante. Continuo achando que IA é tipo uma chave que uso pra ajustar os trucks do Skate, só isso. Mas, a pergunta, pelo menos pra pós graduação, deveria ser: Esse tempo de pesquisa é suficiente?

aline valek@alinevalek.com.br · last wk.

“Ah porque a IA permite produzir muito mais, muito mais rápido” Mas pra quê precisa produzir tanto e tão rápido? Tem que dar um ou dois passinhos pra trás e ver se estamos respondendo a pergunta certa ou se só estamos reproduzindo

É interessante como tudo no Brasil é de fato apartado de seu passado. A "estética" da "roça" que se coloca em estados como Minas, por exemplo, tem o fetiche da classe média, meio que apaziguada com seu passado. Não haverá tempo pra leituras.

Tinha esquecido como Vanguart é bom. Aliás, preciso listar bons artistas nessa pegada, saca? Desse folk bem cantado, contemplativo, esse barato meio som de fil de tarde, surfando onda dura no deck sul de Brasília ou da pista do Barreiro. Preciso listar isso.

Qual a fonte pra você dizer isso? Em qual trabalho, artigo, monografia, tese ou dissertação você baseia suas ideias? Aliás uma perguntas anteriores: o que é violência? O que é gênero? Só estou perguntando. Tenho mais uma pergunta: pq as pessoas se dão a esse tipo de reflexão?

Teresa SM@bazert.bsky.social · 3w ago

A violência não tem género. A violência doméstica não tem género. Dizer o contrário é assumir que homens e mulheres são diferentes. Não são. O que é diferente é o estatuto social, a educação e o meio ambiente - as mulheres estão mais desprotegidas, os homens queixam-se menos.

Tô aqui relendo umas paradas da minha dissertação. E sei lá. Apesar de ouvir tanta coisa negativa sobre a minha trajetória, sobre meu projeto (sim, escutei de um professor que o projeto era ruim), acho que deu pra fazer algo que me deixou feliz.

Bom dia para: - Fãs de Aespa - Torcida do Bahia - Quem viu filme nessa semana - Amantes de macarronada - Galera de Ponta Porã (MS) - Leitores de contos - Espectadores de WandaVision - Jogadores de Overcooked - Quem já sofreu por um Tiago - Mulheres com menos de 1,70 m ou com mommy issues

Poucas coisas me irritam que essa meia verdade que a intelectualidade (branca) brasileira conta, desde a semana de arte moderna de 22: "Somos resultado de uma mistura." Mentira. Somos resultado da tentativa de assassinato do devir negro e indígena, em nome da "modernidade".