Em 1860, existia um abolicionista chamado Benjamin Fontana. Curiosamente, o discurso dele era exatamente o mesmo das duas aí: apesar de ser favorável, Fontana questionava o que os escravizados fariam no seu tempo livre. Ou seja: quando dizemos que esse pensamento é escravocrata, nao é exagero
É inacreditável o argumento dessas duas fascistas. Que coisa mais nojenta. Precisa ter muito sangue frio pra ouvir uma barbaridade dessas. Ana Elisa precisa falar o óbvio ou nem precisa mesmo explicar. A vida do trabalhador a ele lhe pertence e não precisa ser justificada! LULA VAMOS VIRAR