Visgueiro/angelim-saia/fava-de-bolota Nome científico: Parkia pendula Nativa da Amazônia e Mata Atlântica. Ocorre naturalmente nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste (Mato Grosso) e Sudeste (Espírito Santo). Melífera, medicinal, ornamental e madeireira. Alimenta avifauna, especialmente morcegos
Árvores do Brasil
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Pau-Brasil Nome científico: Paubrasilia echinata Endêmica da Mata Atlântica, nativa da reg litorânea brasileira, ocorre desde o Sudeste até o RN. A tintura foi mto usada por europeus na prod de corante vermelho. Em peq escala, ainda é exportado para a Alemanha para a fabricação de arco de violino
Sapucaia Nome científico: Lecythis pisonis Nativa da Mata Atlântica e da Amazônia, ocorre tb no Cerrado. Medicinal, ornamental, madeireira (dormentes, inst musicais, brinquedos etc); castanhas (sementes) são comestíveis e apreciadas pela fauna, especialmente por morcegos, dispersores das sementes
Imbuia Nome científico: Ocotea porosa Nativa da Mata Atlântica, especialmente da Mata de Araucárias, é espécie muito longeva. Foi intensamente explorada pela altíssima qualidade da madeira e está na lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção. Árvore símbolo de Sta Catarina
Pracaxi Nome científico: Pentaclethra macroloba Nativa da Amazônia, se desenvolve em áreas de várzea e cresce à beira de rios; ocorre facilmente em RR, PA, AP, AC, AM e MA. É medicinal e cosmética (sementes produzem óleo com prop emolientes, umectantes e cicatrizantes). Casca é rica em tanino.
Pau-santo Nome científico: Kielmeyera coriacea Nativa do Cerrado, ocorre na maioria dos estados brasileiros, com maior concentração em GO, MG e TO. Melífera, madeireira, medicinal, corticeira, ornamental, forrageira e artesanal. Folhas e cascas fornecem corante usado em tingimento de tecidos.
Guapuruvu Nome científico: Schizolobium parahyba Nativa da Mata Atlântica, ocorre naturalmente em toda a sua extensão e Amazônia. É melífera, paisagística e medicinal (casca tem propriedades adstringentes). Madeira usada na construção civil, rural e naval. É a árvore símbolo de Florianópolis
Macaúba Nome científico: Acrocomia Aculeata Palmeira nativa encontrada principalmente na transição entre o Cerrado e a Mata Atlântica e presente em quase todas as regiões do país. É alimentícia, melífera, medicinal, madeireira, ornamental e forrageira. Óleo da amêndoa usado na obtenção de biodiesel
Andiroba Nome científico: Carapa guianensis Nativa do Brasil, ocorre em toda a Bacia Amazônica até a Bahia. Conhecida pela madeira de alta qualidade e pelo óleo extraído das sementes, de usos medicinal e cosmético. Reconhecida oficialmente pelo Min da Saúde como possuidora de propr fitoterápicas
Sucupira Nome científico: Pterodon emarginatus Nativa do Brasil, encontrada especialmente no cerrado restrito e na transição para a Mata Atlântica, nas regiões N, NE, CO e SE. É árvore melífera e ornamental. Fruto, semente, folha, casca e raiz têm uso medicinal. Madeira usada em vários fins.
Aroeira-vermelha Nome científico: Schinus terebinthifolia/terebinthifolius Originária da Mata Atlântica, tb ocorre naturalmente em toda a extensão do Cerrado e Pampa. Melífera, alimentícia, medicinal e ornamental. Também usada em recomposição florestal, arborização urbana e construções rurais
Quaresmeira Nome cienífico: Tibouchina granulosa/Pleroma granulosum Nativa do Brasil e típica de Mata Atlântica. A floração ocorre duas vezes por ano, de janeiro a abril e de agosto a outubro. Utilizada no reflorestamento e recuperação de áreas degradadas e arborização urbana, de valor ornamental
Paineira-rosa Nome científico: Ceiba/Chorisia speciosa Natural da América do Sul, no Brasil ocorre nas regiões N (PA, RO, TO), Nordeste (BA, CE, PB), CO, SE e S. Folhas e frutos apreciados pela avifauna e macaco-bugio. Usos em caixotaria, celulose e artesanato. Melífera, medicinal e paisagística
Ajuru/Guajuru Nome científico: Chrysobalanus icaco Nativa da Amazônia e Mata Atlântica, com ocorrências confirmadas nas regiões N, NE e SE. Sabor do fruto, rosa ou escuro, remete ao da maçã, é consumido in natura ou em sucos; é tb apreciado pela avifauna. Melífera, medicinal e ornamental.
Barbatimão Nome científico: Stryphnodendron adstringens Nativa do cerrado, com ocorrências nas regiões Norte (TO), Nordeste (BA), Centro-Oeste (DF, GO, MG, MS), Sudeste (MG, SP) e Sul (PR). Tanífera, medicinal, forrageira e ornamental. Tem tb importância na ind. cosmética e na prod. de corantes
Bacaba Nome científico: Oenocarpus bacaba Nativa da Amazônia, distribuída pela Bacia Amaz, com maior freq no AM e PA. Fruto, processado como o açaí, faz parte da dieta dos ribeirinhos e é consumido com farinha e açúcar; folhas, madeira e fibras têm ampla utilização; óleo tem aplicações medicinais
Pitombeira Nome científico: Talisia esculenta Espécie nativa da Bacia Amazônica, presente na Caatinga, na Mata Atlântica e no Cerrado. Fruto consumido in natura e em sucos ou licores, tb apreciado por pássaros diversos; sementes e folhas usados em chás medicinais; madeira em carpintaria e embalagem
Cabeludinha (jabuticaba-amarela) Nome científico: Myrciaria glazioviana Nativa da Mata Atlântica, ocorrência principal em SP, RJ e MG, confirmada tb em AL, BA, ES, SC e RS. Frutos consumidos in natura e em sorvetes, doces e sucos, são tb apreciados pela fauna. É melífera, paisagística e medicinal
Jeniparana (Pau-fedorento) Nome científico: Gustavia augusta Nativa da floresta amazônica. Ocorre nas regiões N, NE e CO. Fruto consumido in natura e em iguarias locais; raíz, folha e casca usadas na med popular; atrativa a abelhas, borboletas, aves, macacos e roedores; uso ornamental e arborizante
Capororoca-do-Cerrado (cafezinho) Nome científico: Myrsine guianensis Tem ocorrência no cerrado no sentido restrito e no cerradão. Frutos usados como condimento, em conservas de vinagre, são tb alimento de várias espécies de pássaros. É tanífera, melífera, componentes usados na medicina popular.
Tucumã Nome científico: Astrocaryum tucuma Encontrado dentro e ao redor da Bacia Amazônica, nas regiões Norte (AC, AM, PA, RO, RR) e Centro-Oeste (MT). Fruto consumido in natura e em iguarias locais, é tb apreciado pela avifauna; componentes têm usos cosméstico, artesanal, medicinal e na tecelagem
Mama-cadela Nome científico: Brosimum gaudichaudii Planta nativa do Brasil no bioma Cerrado. Tem ampla distribuição e é encontrada nas regiões N, NE, CO e SE. Fruto (chiclete de pobre) é comestível e mastigado; constituintes da planta usados em produtos contra vitiligo. É forrageira e melífera.
Mamãozinho-do-mato (Jaracatiá, Mamuí) Nome científico: Jacaratia spinosa Originária da Mata Atlântica, ocorre do sul da BA ao RS, MG e MS em várias formações florestais. Fruto maduro comido in natura, fruto verde e tronco usados em prod de doces; alimenta avifauna e mamíferos. Tem prop medicinais.
Cajuzinho-do-cerrado Nome científico: Anacardium humile Esp arbustiva nativa com ocorrência + comum no cerrado. Amplamente distribuída pelo Brasil. Parte carnosa consumida in natura, em iguarias e prod fermentados; castanha assada. Alimenta a avifauna. Melífera, medicinal e de potencial larvicida.
Pupunha Nome científico: Bactris gasipaes Nativa da Amazônia e América Central. Cultivada princip em SP, PA, RO, ES e BA. É árvore polivalente: fruto consumido cozido em água e sal e na forma de óleo e farinha em iguarias; forrageira e tb manejada para a prod de palmito; caule usado na marcenaria.
Grumixama Nome científico: Eugenia brasiliensis nativa da floresta pluvial da Mata Atlântica, ocorre desde o sul da BA até SC. Fruto consumido in natura e em iguarias locais, atrai a avifauna. Folha e casca usadas na farmacopeia popular, madeira em marcenaria e carpintaria. Tem valor paisagístico.
Camu-camu Nome científico: Myrciaria dubia Árvore arbustiva encontrada nas margens de rios da região amazônica. Fruto contém altíssimo teor de vit C, usado em iguarias; pó processado da polpa é vendido como alimento saudável. Tem papel importante na atividade comercial do povo ribeirinho.
Cagaita Nome científico: Eugenia dysenterica Espécie frutífera nativa da região do Cerrado. Ocorre em TO, BA, CE, MA, PE, PI, DF, GO, MS, MT, MG, SP. Frutos consumidos in natura e em iguarias regionais. É árvore melífera, medicinal, corticosa e tanífera. Madeira dura tem usos regionais.
Jerivá Nome científico: Syagrus romanzoffiana Nativa da América do Sul. No Brasil ocorre da BA ao RS. É ornamental e usada em paisagismo urbano. Folhas e inflorescências fornecem forragem; fruto comestível e apreciado pela avifauna; madeira usada na construção, casca e flor na farmacopeia popular
Princesinha-de-Copacabana (Bapuana) Nome científico: Eugenia copacabanensis Endêmica do Brasil, ocorre na Floresta Atlântica do SE e S (PR). Batizada com nome do bairro onde foi encontrada. Fruto consumido in natura e em sucos, doces, bolos e sorvetes e em infusão na cachaça. Tem valor ornamental.