Árvores do Brasil

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árvores e plantas nativas crédito das imagens no ALT text

Visgueiro/angelim-saia/fava-de-bolota Nome científico: Parkia pendula Nativa da Amazônia e Mata Atlântica. Ocorre naturalmente nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste (Mato Grosso) e Sudeste (Espírito Santo). Melífera, medicinal, ornamental e madeireira. Alimenta avifauna, especialmente morcegos

Foto de Reinaldo Aguilar/Flickr

uma árvore de grande porte com a copa espalhada contra céu claro, vista de baixo pra cima, com destaque ao tronco de casca marrom. Foto de Rick Hoyer/Flickr

imagem em close de flores inflorescências avermelhadas, algumas amareladas, em formato de bolotas, penduradas em hastes compridas pendendo dos galhos de uma árvoreFoto de Reinaldo Aguilar/Flickr

imagem em close das inflorescências rosadas, avermelhadas e amareladas em formato de bolotas, penduradas em hastes compridas, pendendo de uma árvoreFoto de Maurício Mercadante/Flickr

imagem em close de inflorescência avermelhada em formato de bolota pendendo de uma haste fina. o fundo está desfocado

Pau-Brasil Nome científico: Paubrasilia echinata Endêmica da Mata Atlântica, nativa da reg litorânea brasileira, ocorre desde o Sudeste até o RN. A tintura foi mto usada por europeus na prod de corante vermelho. Em peq escala, ainda é exportado para a Alemanha para a fabricação de arco de violino

foto de Jani Pereira/Wikipedia

registro de baixo para cima de um tronco de árvore alto e grosso, coberto por casca texturizada e vermelha. Os galhos com folhas verdes da copa da árvore estão se espalhando em várias direções contra o céu azul claro no fundo
foto de Mauricio Mercadante/Flickr

árvore com flores amarelas em área gramada com com outras árvores, céu azul e um prédio ao fundofoto de Mauricio Mercadante/Flickr

close de um galho de flores amarelas de centros vermelhos, com fundo desfocadofoto de Yuri Tavares/National Geographic

de baixo pra cima, registro de um tronco de árvore texturizado com galhos de folhas verdes se espraiando

Sapucaia Nome científico: Lecythis pisonis Nativa da Mata Atlântica e da Amazônia, ocorre tb no Cerrado. Medicinal, ornamental, madeireira (dormentes, inst musicais, brinquedos etc); castanhas (sementes) são comestíveis e apreciadas pela fauna, especialmente por morcegos, dispersores das sementes

foto de Flávio Cruvinel/flickr

um conjunto de árvores com as folhas cor de rosa em área urbana (Asa Norte/Brasília)foto de Maurício Mercadante/flickr

close de um caho de flores de tom lilás com alguns botões fechados. as folhas do galho são cor de rosafoto do catálogo da Embrapa

foto em close de várias castanhas arredondadas em tom bege pendurados nos galhos de uma árvore de folhas verdes foto de Michel Ribeiro

foto de uma árvore de folhas cor de rosa se destacando em meio a outras de folhas verdes

Imbuia Nome científico: Ocotea porosa Nativa da Mata Atlântica, especialmente da Mata de Araucárias, é espécie muito longeva. Foi intensamente explorada pela altíssima qualidade da madeira e está na lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção. Árvore símbolo de Sta Catarina

foto do arquivo Apremavi

uma árvore de grande porte vista de baixo para cima, com ênfase no caule frondoso e texturizado, com uma copa de folhas verdes ampla contra um céu muito claro no topofoto do arquivo Apremavi

tronco envelhecido de árvore de grande porte com as cascas cobertas parcialmente de líquen, raízes expostas e vegetação ao fundofoto de Fabrício Mil Homens Riella/iNaturalist

tronco de árvore coberto de musgo com folhagem e galhos visíveis ao fundo e um céu bem clarofoto do catálogo da Embrapa

um bosque com céu azul e nuvens brancas esparsas por cima, com foco em no tronco largo e retorcido de uma árvore de grande porte, coberto de musgo e com galhos espalhados. Várias árvores de araucária compridas e árvores menores se erguendo do chão coberto de vegetação completam a cena

Pracaxi Nome científico: Pentaclethra macroloba Nativa da Amazônia, se desenvolve em áreas de várzea e cresce à beira de rios; ocorre facilmente em RR, PA, AP, AC, AM e MA. É medicinal e cosmética (sementes produzem óleo com prop emolientes, umectantes e cicatrizantes). Casca é rica em tanino.

foto de raymie/iNaturalist

floresta densa com muitas árvores, uma delas de grande porte em destaque no centro, e luz solar passando através da folhagemfoto de plantasyhongos.es/herbarium

copa densa de uma árvore com muitas folhas verdes e inflorescências brancasfoto de Joan Simon/flickr

close de inflorescência composta de muitos fios finos brancos dispostos em um eixo alongado marrom, com céu azul ao fundofoto de Leandro Ferreira/flickr

close de duas vagens amareladas penduradas em um galho entre folhas verdes

Pau-santo Nome científico: Kielmeyera coriacea Nativa do Cerrado, ocorre na maioria dos estados brasileiros, com maior concentração em GO, MG e TO. Melífera, madeireira, medicinal, corticeira, ornamental, forrageira e artesanal. Folhas e cascas fornecem corante usado em tingimento de tecidos.

foto de Maurício Mercadante/flickr

uma árvore de porte médio, galhos retorcidos, no meio de uma área gramada com outras espécies arbóreas ao fundofoto de Rodrigo Conte/flickr

foto em close de duas flores de cinco pétalas brancas e róseas, com o centro amarelo num ramo com outros botões fechadosfoto de Maurício Mercadante/flickr

ramo de uma árvore com folhas verdes e dois frutos longos e marrons penduradosfoto de Nelson Martins/flickr

uma árvore de pequeno porte, seca e com galhos retorcidos com muitos frutos em forma de vagem pendurados

Guapuruvu Nome científico: Schizolobium parahyba Nativa da Mata Atlântica, ocorre naturalmente em toda a sua extensão e Amazônia. É melífera, paisagística e medicinal (casca tem propriedades adstringentes). Madeira usada na construção civil, rural e naval. É a árvore símbolo de Florianópolis

uma árvore com copa ampla coberta de flores amarelas em um campo seco, com árvores verdes ao fundo e um céu azul claro 

foto de Leandro Villa/flickrfoto em close de um ramo com flores amarelas vibrantes e botões escuros com um céu azul claro ao fundo

foto de Maurício Mercadante/flickrclose de uma bela flor amarela com 5 pétalas largas

foto de Maurício Mercadante/flickrvista de baixo para cima de uma árvore com folhas que parecem formar um grande leque circular em torno de um ponto de onde partem os ramos aos quais estão presas

foto do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG

Macaúba Nome científico: Acrocomia Aculeata Palmeira nativa encontrada principalmente na transição entre o Cerrado e a Mata Atlântica e presente em quase todas as regiões do país. É alimentícia, melífera, medicinal, madeireira, ornamental e forrageira. Óleo da amêndoa usado na obtenção de biodiesel

várias palmeiras agrupadas em um parque de área gramada

foto de Mauricio Mercadante/flickrclose de uma palmeira com inflorescências na cor amarela bem no altoimagem em close de inflorescências amarelas e de um cacho de frutos semelhantes a coquinhos ainda verdes

foto de Bruno Nonatoum recipiente de fibras entrelaçadas contendo alguns frutos redondos maduros, numa cor amarronzada, com um deles com a casca partida,  exibindo a polpa amarela em seu interior

foto de Ana Carolina Abreu

Andiroba Nome científico: Carapa guianensis Nativa do Brasil, ocorre em toda a Bacia Amazônica até a Bahia. Conhecida pela madeira de alta qualidade e pelo óleo extraído das sementes, de usos medicinal e cosmético. Reconhecida oficialmente pelo Min da Saúde como possuidora de propr fitoterápicas

foto de árvore de grande porte com copa verde espalhada. o registro foi feito de baixo para cima

foto no site portalamazonia.comclose de um galho com botões de flores fechado e abertos contra fundo azul. as flores são pequenas e amarelo-claro

foto de Carmen Paixão (flickr)fruto de casca grossa caído no solo, aberto e dividido em três partes com duas amêndoas marrons no interior branco

foto de rebrotarplantas.com.bruma pessoa de chapéu de palha e camiseta rosa de mangas compridas, calça comprida verde, meias pretas e chinelos de tiras,  despejando amêndoas marrons de um balde em um tambor grande e velho

foto do perfil @cenarium (instagram)

Sucupira Nome científico: Pterodon emarginatus Nativa do Brasil, encontrada especialmente no cerrado restrito e na transição para a Mata Atlântica, nas regiões N, NE, CO e SE. É árvore melífera e ornamental. Fruto, semente, folha, casca e raiz têm uso medicinal. Madeira usada em vários fins.

uma árvore de porte médio, solitária, toda tomada por flores lilases em meio a campo de vegetação rasteira em tom amarelo-dourado

foto de Maurício Mercadante/Flickrclose de um cacho de flores em tom lilás

foto de Maurício Mercadante/flickrclose de planta com folhas verdes e frutos secos em forma de vagem pendurados nos galhos

foto de Maurício Mercadante/flickrpequenos recipientes de vidro contendo um óleo amarelo-dourado pendendo como se estivessem num cacho

foto de J. P. Bucher.

Aroeira-vermelha Nome científico: Schinus terebinthifolia/terebinthifolius Originária da Mata Atlântica, tb ocorre naturalmente em toda a extensão do Cerrado e Pampa. Melífera, alimentícia, medicinal e ornamental. Também usada em recomposição florestal, arborização urbana e construções rurais

foto de uma árvore grande com galhos emaranhados e retorcidos, copa densa, cercada por vegetação 
foto de Carmen chase/flickrfoto em close de ramo de planta com folhas verdes e pequenos cachos de flores brancas e amarelas no centro
foto de João Medeiros/flickrfoto da copa de uma árvore com folhas verdes e pontuada por vários cachos de frutos pequeninhos arredondados na cor vermelha 
foto de BJ Stacey/flickrclose de um galho com um cacho de pimenta algumas verdes e outras vermelhas contra um céu azul
foto de Mauro Halpern/flickr

Quaresmeira Nome cienífico: Tibouchina granulosa/Pleroma granulosum Nativa do Brasil e típica de Mata Atlântica. A floração ocorre duas vezes por ano, de janeiro a abril e de agosto a outubro. Utilizada no reflorestamento e recuperação de áreas degradadas e arborização urbana, de valor ornamental

foto de paisagem natural com várias árvores floridas na cor roxa em primeiro plano, e árvores de folhas verdes ao fundo

foto de Mauro Halpern close de um arbusto tomado de flores cor de rosa de uma quaresmeira

foto de Maurício Mercadanteclose de três flores roxas de quaresmeira

foto de Maurício Mercadanteclose de algumas flores cor de rosa de quaresmeira

foto de Mauro Guanandi

Paineira-rosa Nome científico: Ceiba/Chorisia speciosa Natural da América do Sul, no Brasil ocorre nas regiões N (PA, RO, TO), Nordeste (BA, CE, PB), CO, SE e S. Folhas e frutos apreciados pela avifauna e macaco-bugio. Usos em caixotaria, celulose e artesanato. Melífera, medicinal e paisagística

uma árvore de flores cor de rosa bem vibrante em plena floração, sob um céu azul claro e ensolarado
Foto de Maurício Mercadante/Flickrum peririquito pousado em um galho de uma árvore florida com flores cor de rosa. O pássaro parece estar se alimentando de uma flor
Foto de Carolina Ferreira/G1três troncos de árvores com dois deles posicionados de forma proeminente em primeiro plano. Eles estão lado a lado, com as bases ligeiramente separadas. Os troncos são grossos, com casca escura, marrom-acinzentada, pontilhada de pequenas protuberâncias cônicas e pontiagudas
Foto de Ed Alves/G1uma árvore bem alta em plena floração. As flores cor de rosa contrastam com a folhagem verde ao redor. Ao fundo, outras árvores e um céu parcialmente nublado
Foto de Carolina Ferreira/G1

Ajuru/Guajuru Nome científico: Chrysobalanus icaco Nativa da Amazônia e Mata Atlântica, com ocorrências confirmadas nas regiões N, NE e SE. Sabor do fruto, rosa ou escuro, remete ao da maçã, é consumido in natura ou em sucos; é tb apreciado pela avifauna. Melífera, medicinal e ornamental.

uma área de vegetação baixa, verde e densa crescendo ao longo de uma duna arenosa. As plantas têm folhas pequenas e arredondadas. A areia é bem clara
Foto de Carmen Coimbra/Flickrclose de galho de uma planta com várias flores pequenas branco-esverdeadas e folhas ovais. As flores estão agrupadas ao longo do caule e há alguns botões. As folhas são bem verdes
Foto de NABU|naturgucker/Flickrcolagem de duas plantas, cada uma com frutos em tons diferentes. O lado esquerdo mostra uma planta com cachos de frutos redondos e cor de rosa. O lado direito mostra uma planta com frutos oblongos e roxo-escuros
Fotos de josehernandez2 e zulmary/biodiversity4all.org
Caixa close de um recipiente cheio de uma boa quantidade de frutas pequenas, redondas, rosa-avermelhadas. As frutas são carnudas. O fundo é escuro e desfocado
Foto de ericrstoner/Flickr

Barbatimão Nome científico: Stryphnodendron adstringens Nativa do cerrado, com ocorrências nas regiões Norte (TO), Nordeste (BA), Centro-Oeste (DF, GO, MG, MS), Sudeste (MG, SP) e Sul (PR). Tanífera, medicinal, forrageira e ornamental. Tem tb importância na ind. cosmética e na prod. de corantes

Uma árvore verdejante com uma copa ampla e ampla. A árvore ocupa maior parte do enquadramento. O fundo inclui alguma vegetação menor e um céu azul parcialmente nublado 
Foto de Maurício Mercadante/FlickrClose dos galhos e da folhagem de uma árvore. O foco está nas folhas verde-brilhantes e nos numerosos cachos de flores amarelo-creme-claro pendurados nos galhos. Ao fundo um céu azul parcialmente visível
Foto de Maurício Mercadante/FlickrClose de uma planta florida. O foco está em uma inflorescência longa e delgada com numerosas flores pequenas, fofas, esbranquiçadas com toques de rosa-avermelhado. As flores estão compactadas, compondo uma textura macia e plumosa. O caule da planta e algumas folhas são visíveis ao fundo. O fundo está ligeiramente desfocado.
Foto de Maria Ignez Calhau/FlickrClose de um galho de uma árvore carregado com inúmeras vagens de sementes. As vagens são longas, finas e ligeiramente curvas, variando em cor do verde-claro ao marrom-avermelhado. Elas pendem em cachos do galho. O fundo está suavemente desfocado, exibindo mais folhagem.
Foto de Maurício Mercadante/Flickr

Bacaba Nome científico: Oenocarpus bacaba Nativa da Amazônia, distribuída pela Bacia Amaz, com maior freq no AM e PA. Fruto, processado como o açaí, faz parte da dieta dos ribeirinhos e é consumido com farinha e açúcar; folhas, madeira e fibras têm ampla utilização; óleo tem aplicações medicinais

um grupo de palmeiras. A palmeira central é alta com as folhas projetadas para fora. As outras palmeiras são ligeiramente mais baixas. O fundo é composto por mais vegetação sob um céu parcialmente nublado
Foto de Kelen Soares/Flickro tronco e as folhas de uma palmeira, com dois cachos proeminentes de frutos ainda verdes pendurados na árvore. O fundo inclui outras folhagens.
Foto de Fabrício Mil Homens Riella (bariza)/biodiversity4all.orgum close de inúmeros frutos verde-claros, ovais, pendurados em cachos em uma palmeira. Os frutos estão presos a hastes longas, finas e rosa-avermelhadas
Foto de Lucas C. Marinho (lcmarinho1)/biodiversity4all.orgum cesto de vime repleto de frutos escuros arredondados. Os frutos parecem ter uma cobertura levemente empoeirada, com leves variações de tonalidade. O cesto está quase cheio e os frutos estão bem próximos uns dos outros.
Foto de Junior Oliveira/Flickr

Pitombeira Nome científico: Talisia esculenta Espécie nativa da Bacia Amazônica, presente na Caatinga, na Mata Atlântica e no Cerrado. Fruto consumido in natura e em sucos ou licores, tb apreciado por pássaros diversos; sementes e folhas usados em chás medicinais; madeira em carpintaria e embalagem

a imagem mostra uma grande árvore, carregada de pequenos frutos amarelo-alaranjados. A árvore está em um ambiente rural, com um campo gramado visível ao fundo. Uma palmeira solitária se ergue alta atrás, à direita. O céu está parcialmente nublado

Foto de Marcelo Bione/flickrum close de um cacho longo e fino de flores brancas pequenas e delicadas. O fundo está desfocado, mas mostra folhagem verde-escura

Foto de Roberto Guerra/Flickrum galho carregado de frutos arredondados com a casca marrom-dourada. Os frutos estão rodeados de folhas verdes. Ao fundo árvores desfocadas.

Foto retirada da página do Diário do Nordesteuma unidade de pitomba, fruto arredondado, descascada até a metade, revelando uma polpa branca translúcida. Ao fundo, um pouco desfocados, outros frutos, todos com casca.

Foto de Joelma Terto/Flickr

Cabeludinha (jabuticaba-amarela) Nome científico: Myrciaria glazioviana Nativa da Mata Atlântica, ocorrência principal em SP, RJ e MG, confirmada tb em AL, BA, ES, SC e RS. Frutos consumidos in natura e em sorvetes, doces e sucos, são tb apreciados pela fauna. É melífera, paisagística e medicinal

Uma árvore relativamente pequena e com muitos galhos e folhas verdes. Está situada em uma área gramada com outra vegetação, incluindo palmeiras, visíveis ao fundo. 
Foto de Sebastiao Pereira-Nunes (flickr)Um close de várias flores brancas delicadas agrupadas em um galho. As flores têm numerosos filamentos longos e finos irradiando para o exterior a partir de um ponto central, dando-lhes uma aparência fofa, quase como a de uma aranha. O fundo está desfocado, mas mostra folhagem verde-escura. Um toque de vermelho vivo é visível no fundo desfocado
Foto de Rogerio Dias (rogerriodias/biodiversity4all.org)Uma árvore carregada de pequenos frutos redondos, amarelo-alaranjados. Os frutos estão agrupados ao longo dos galhos, e a árvore em si é exuberante com folhas verdes. Ao fundo, um solo marrom e terroso.
Foto de Mondini PlantasImagem em close de um cacho de frutas amarelas e felpudas crescendo em um galho com folhas verde vivo. As frutas são redondas e parecem maduras
Foto de urbantropicals.com

Jeniparana (Pau-fedorento) Nome científico: Gustavia augusta Nativa da floresta amazônica. Ocorre nas regiões N, NE e CO. Fruto consumido in natura e em iguarias locais; raíz, folha e casca usadas na med popular; atrativa a abelhas, borboletas, aves, macacos e roedores; uso ornamental e arborizante

uma árvore exuberante e cheia de folhas verdes vibrantes. As folhas são grandes, densamente compactadas nos galhos. A árvore domina o quadro, com o céu visível apenas através de brechas na folhagem
Foto de Shubhada Nikharge/flickrum close de uma única flor grande, rosa-claro, com um centro amarelo proeminente. A flor tem muitas pétalas macias e está parcialmente aberta. Duas vagens de sementes verdes e cilíndricas são visíveis abaixo da flor. A flor está colocada contra um fundo de folhas verde-escuras. 
Foto em wikimedia/Singapore Botanic Gardensum close de um conjunto de frutos globosos presos a um galho de uma árvore. Os frutos são marrom-acinzentados, e cada uma tem uma tampa circular verde brilhante em sua extremidade. A folhagem ao redor é verde escura
Foto de projeto_colecionandofrutas/instagrama imagem mostra um fruto jeniparana aberto com as sementes expostas, quebradas e espalhadas sobre uma grande folha no chão. O fruto tem uma polpa amarelo-alaranjada ao redor das sementes de cor escura. Um fruto inteiro e fechado também é visível. O cenário parece ser ao ar livre em terra nua, marrom-avermelhada
Foto de Iniciativa Biota Orinoquia/inaturalist

Capororoca-do-Cerrado (cafezinho) Nome científico: Myrsine guianensis Tem ocorrência no cerrado no sentido restrito e no cerradão. Frutos usados como condimento, em conservas de vinagre, são tb alimento de várias espécies de pássaros. É tanífera, melífera, componentes usados na medicina popular.

uma árvore tomada de ângulo baixo em meio a outras espécies arbóreas. A árvore é alta e reta, com uma casca áspera e texturizada. A luz do sol se filtra através das folhas das árvores ao redor, projetando sombras no tronco.

foto de Valdir Dala Mataimagem em close de várias flores pequenas, verde-claras, agrupadas em um galho. As flores têm forma de estrela com vários estames minúsculos. O galho é acinzentado. O fundo está desfocado
foto de Timblindim/blogclose de um galho de planta com várias folhas grandes e verdes. Um aglomerado de pequenas frutas verdes arredondadas cresce preso ao longo do caule ao galho. As folhas mostram alguns sinais de danos. O fundo está desfocado
foto de Valdir Dala Martaclose de um galho de uma planta carregado com cachos de frutos escuros densamente agrupados ao longo do galho, as folhas da planta são verde-claras. O fundo está desfocado, mas percebe-se vegetação 
foto de Timblindim/blog

Tucumã Nome científico: Astrocaryum tucuma Encontrado dentro e ao redor da Bacia Amazônica, nas regiões Norte (AC, AM, PA, RO, RR) e Centro-Oeste (MT). Fruto consumido in natura e em iguarias locais, é tb apreciado pela avifauna; componentes têm usos cosméstico, artesanal, medicinal e na tecelagem

uma palmeira alta e esguia destacando-se no centro da imagem. Sua copa é relativamente esparsa.  Ao seu redor estão outras plantas e vegetação mais curtas, semelhantes a palmeiras, sob um céu parcialmente nublado.
foto de Paul Craftum close da inflorescência de uma palmeira espinhosa.  A inflorescência é um cacho grande e pendente de flores branco-creme semelhantes a fios ou frutos em desenvolvimento.  O tronco espinhoso da palmeira e as folhas longas e pontiagudas também são visíveis
foto de plantet.orgum close de dois cachos de frutos maduros no formato ovóide e de cor alaranjada pendurados no tronco espinhoso de uma palmeira
foto de skincare-amazonia.dea imagem mostra vários frutos ovoides e alaranjados cortados ao meio, exibindo em seu interior um anel escuro circundando um núcleo branco. Alguns frutos estão inteiros. Os frutos estão sobre algumas folhas de palmeira
foto de skincare-amazonia.de

Mama-cadela Nome científico: Brosimum gaudichaudii Planta nativa do Brasil no bioma Cerrado. Tem ampla distribuição e é encontrada nas regiões N, NE, CO e SE. Fruto (chiclete de pobre) é comestível e mastigado; constituintes da planta usados em produtos contra vitiligo. É forrageira e melífera.

A imagem mostra uma única árvore de folhas verdes em um campo gramado sob um céu azul com nuvens brancas fofas. A árvore está ligeiramente inclinada para a direita e seus galhos se espalham, lançando sombras na grama esparsa e seca abaixo dela. Ao fundo, uma extensão plana de terreno se estende ao longe. 
Foto de Simon Gabriel da S. Martins/iNaturalist close dos galhos e folhas de uma planta com inflorescências pendentes dos galhos. As folhas são ovaladas e relativamente grandes. O fundo está desfocado.
Foto de João Arthur Rabello/iNaturalistum close de um galho de árvore com três pequenos frutos redondos e alaranjados. As folhas são ovaaladas e verde-escuras. O próprio galho é texturizado e mostra sinais de envelhecimento. O fundo está desfocado, mas mostra mais da árvore e um céu claro e ensolarado
Foto encontrada em edpquatro.blogspot.comclose de uma única fruta pequena arredondada e laranja pendurada em um galho fino.  A fruta parece ligeiramente translúcida e texturizada. O ramo é coberto por várias folhas pequenas, ovais e verdes. O fundo está desfocado, mas mostra um ambiente de natural
Foto encontrada em Maurício Mercadante/flickr

Mamãozinho-do-mato (Jaracatiá, Mamuí) Nome científico: Jacaratia spinosa Originária da Mata Atlântica, ocorre do sul da BA ao RS, MG e MS em várias formações florestais. Fruto maduro comido in natura, fruto verde e tronco usados em prod de doces; alimenta avifauna e mamíferos. Tem prop medicinais.

uma árvore alta, vista de baixo para cima. É parcialmente frondosa, com uma mistura de galhos e folhagens contra um céu azul.  Ao redor da árvore estão outras árvores e folhagens
Foto de IMiBio/biodiversity4allclose do tronco de uma árvore. A casca é áspera e texturizada, com numerosos espinhos pontiagudos projetando-se de sua superfície. O fundo está desfocado, sugerindo um ambiente de floresta.
Foto de Alex Popovkin/flickrclose de uma única flor verde clara desabrochando em um galho. A flor tem várias pétalas alongadas e pontiagudas que irradiam de uma estrutura central amarelo-pálida. O fundo está desfocado, mas revela mais da folhagem verde e frondosa da planta
Foto de leojales/biodiversity4allclose de três frutas laranja-amareladas, semelhantes ao mamão papaya, penduradas em um galho, aninhadas entre folhas verdes exuberantes. As folhas apresentam estrutura palmada, algumas com pequenos danos.
Foto de Daniel Quini/flickr

Cajuzinho-do-cerrado Nome científico: Anacardium humile Esp arbustiva nativa com ocorrência + comum no cerrado. Amplamente distribuída pelo Brasil. Parte carnosa consumida in natura, em iguarias e prod fermentados; castanha assada. Alimenta a avifauna. Melífera, medicinal e de potencial larvicida.

a imagem mostra um close de uma planta com vários cachos de pequenas flores rosa-avermelhada. As planta têm folhas largas e verdes. O fundo exibe grama alta e restos escuros e carbonizados de troncos de árvores, sugerindo uma área recentemente queimada ou afetada pelo fogo.
Foto de Mariana Siqueira (Chapada dos Veadeiros)close de cachos de flores de uma planta. O foco está em um cacho de botões e em uma única flor rosada totalmente aberta. Os botões têm vários tons de verde e marrom. O fundo está suavemente desfocado, apresentando um céu azul e uma paisagem de terra marrom e vegetação.
Foto de Maurício Mercadante/flickrclose de um galho de cajueiro carregado com cajus em vários estágios de maturação. Os cajus estão diretamente presos ao galho. Alguns cajus estão totalmente maduros e de cor rosa profundo, enquanto outros estão menos maduros, apresentando uma tonalidade mais clara. As folhas verdes da árvore formam um pano de fundo para os cajus. 
Foto de Maurício Mercadante/flickrum close de uma grande quantidade de cajus vermelhos frescos com as castanhas ainda presas. O foco está inteiramente nos cajus, que preenche todo o quadro.
Foto de Sueli Sano

Pupunha Nome científico: Bactris gasipaes Nativa da Amazônia e América Central. Cultivada princip em SP, PA, RO, ES e BA. É árvore polivalente: fruto consumido cozido em água e sal e na forma de óleo e farinha em iguarias; forrageira e tb manejada para a prod de palmito; caule usado na marcenaria.

A imagem mostra uma cena de floresta tropical densa e exuberante.  O foco central é uma palmeira alta com um cachos de frutas laranja-avermelhadas próximo ao topo. A palmeira está rodeada por várias outras árvores e plantas verdes e frondosas.
Foto de Pedro Ivo/JunglenewsUm close da inflorescência de uma palmeira. Uma espata grande e amarelo-pálida envolve parcialmente um cacho pendente de numerosas flores pequenas e amarelo-pálidas. O fundo exibe as folhas verdes da palmeira e a casca texturizada do tronco.
Foto de Alex Popovkin/flickrUm close do tronco e das folhas de uma palmeira, fortemente carregados com cachos de frutos vermelhos brilhantes, quase laranja. Os frutos estão agrupados em cachos, parcialmente envoltos em espatas secas. 
Foto de Sociobio Amazonia/flickA imagem mostra um prato de vidro cheio de frutos arredondados e vermelho-alaranjados. O prato repousa sobre uma superfície vermelha desgastada, que parece ser o convés de um barco. Ao fundo, uma floresta tropical verdejante margeia um rio calmo. 
Foto de Kristiana Matos/flickr

Grumixama Nome científico: Eugenia brasiliensis nativa da floresta pluvial da Mata Atlântica, ocorre desde o sul da BA até SC. Fruto consumido in natura e em iguarias locais, atrai a avifauna. Folha e casca usadas na farmacopeia popular, madeira em marcenaria e carpintaria. Tem valor paisagístico.

A imagem mostra um close em ângulo baixo de um grande tronco de árvore em uma floresta verdejante. A casca é áspera, texturizada e coberta por manchas de musgo. A árvore se ramifica para cima em uma densa copa de folhas.
Foto: Diego Monsores/iNaturalist A imagem mostra um close de um cacho de delicadas flores brancas desabrochando em um galho com folhas verdes escuras e brilhantes. As flores têm numerosas pétalas brancas e delgadas que irradiam para fora a partir de um ponto central, criando uma aparência fofa. O fundo é escuro e desfocado, chamando a atenção para as flores em primeiro plano.
Foto: Christy Gallois/flickrA imagem mostra um close de uma grumixameira carregada de frutos maduros e verdes. Os frutos são roxo-escuro e alguns avermelhados.  As folhas da planta são verdes brilhantes e de formato obovado e oblongo.
Foto: Fabrício Riella/iNaturalistA imagem mostra uma tigela grande, redonda, de madeira bege claro, com alças de metal escuras em ambos os lados. A tigela está cheia até a borda com numerosas frutas pequenas e redondas. A maioria é de um roxo profundo e escuro, quase preto, com uma casca lisa e brilhante, que sugere que estão maduros e suculentos. Algumas bagas espalhadas são avermelhada. Cada baga é coberta por um cálice pequeno e verde brilhante, uma delicada estrutura que adiciona um contraste vibrante à fruta escura.
Foto: foragebyronbay.com.au

Camu-camu Nome científico: Myrciaria dubia Árvore arbustiva encontrada nas margens de rios da região amazônica. Fruto contém altíssimo teor de vit C, usado em iguarias; pó processado da polpa é vendido como alimento saudável. Tem papel importante na atividade comercial do povo ribeirinho.

a imagem mostra uma costa rochosa com vegetação. Uma pequena árvore arbustiva com folhas verde-amareladas destaca-se em primeiro plano, aninhada entre rochas escuras e de aspecto úmido. Atrás dela, uma árvore maior, com tronco grosso e galhos extensos, obscurece parcialmente o fundo. Água, provavelmente de um rio, é visível na parte inferior da imagem.

Foto: LeRoc/wikipediaum close de várias flores delicadas e brancas cremosas desabrochando em um galho. As flores têm numerosas pétalas finas e alongadas que irradiam para fora a partir de um ponto central. Folhas verdes brilhantes circundam as flores, e pequenos botões de frutos verdes são visíveis nos galhos. O fundo está ligeiramente desfocado.

Foto: Frederico/flickrum galho carregado de cachos de frutos arredondados maduros e vermelho escuro, conhecidos como camu-camu. Os frutos estão agrupados ao longo dos galhos entre folhas verdes brilhantes. Ao fundo, um pouco desfocado, são visíveis as águas de um rio.

Foto: spaluxetv.wordpress.comum close de vários frutos vermelho-escuro, quase arroxeados. Um dos frutos está cortado ao meio, revelando no interior uma polpa branca cremosa e translúcida com uma pequena semente castanho claro no centro.

Foto: Robson Ventura/Folhapress

Cagaita Nome científico: Eugenia dysenterica Espécie frutífera nativa da região do Cerrado. Ocorre em TO, BA, CE, MA, PE, PI, DF, GO, MS, MT, MG, SP. Frutos consumidos in natura e em iguarias regionais. É árvore melífera, medicinal, corticosa e tanífera. Madeira dura tem usos regionais.

uma grande árvore em plena floração, carregada de pequenas flores brancas. A árvore se destaca contra um céu azul claro no que parece ser um cenário de parque. O solo está praticamente nu.  Outras árvores menores são visíveis ao fundo, e uma cerca e alguns edifícios são vistos vagamente ao longe.

📸 Mauricio Mercadante/Flickrum close de uma árvore carregada de delicadas flores brancas.  As flores estão densamente agrupadas, criando uma profusão de branco contra o pano de fundo de folhas verdes e um céu azul claro. O tronco da árvore é escuro e texturizado, e o fundo revela um cenário semelhante a um parque com outras árvores e uma sugestão de cerca

📸 Fernando Tatagiba/Flickrum close de um galho carregado de frutos maduros verde-amarelados entre folhas verdes vibrantes. O fundo está suavemente desfocado

📸 Conrado/wikipediauma pequena quantidade de pequenos frutos amarelo-claro espalhados sobre um leito de folhas arroxeadas escuras. Os frutos são redondos e apresentam um aspecto ligeiramente macio, alguns apresentando pequenas manchas ou variações de cor.  As folhas estão secas e parecem ter caído de uma árvore ou arbusto

📸 Frutos atrativos do cerrado

Jerivá Nome científico: Syagrus romanzoffiana Nativa da América do Sul. No Brasil ocorre da BA ao RS. É ornamental e usada em paisagismo urbano. Folhas e inflorescências fornecem forragem; fruto comestível e apreciado pela avifauna; madeira usada ​​na construção, casca e flor na farmacopeia popular

uma única palmeira em um campo gramado contra o pano de fundo de uma serra verdejante sob um céu azul brilhante pontilhado por nuvens brancas fofas

📸 wikiaves.com.brclose da inflorescência de uma palmeira. A inflorescência é de um amarelo dourado vibrante, pendendo em numerosos fios longos e densos. O fundo é uma paisagem de árvores verdes

📸 Nicodemo Rosaimagem em close de um tronco de palmeira e um grande cacho de frutos arredondados pendurados nele. Os frutos têm vários tons de laranja e verde e estão presos ao cacho por hastes finas. O fundo é um céu muito claro

📸 Instituto Auáum periquito verde vibrante agarrado de cabeça para baixo a um cacho de frutos laranja brilhante. O periquito está se alimentando de um dos frutos. O fundo está desfocado, mas mostra a folhas de uma palmeira e um céu azul claro

📸 Silene Andrade

Princesinha-de-Copacabana (Bapuana) Nome científico: Eugenia copacabanensis Endêmica do Brasil, ocorre na Floresta Atlântica do SE e S (PR). Batizada com nome do bairro onde foi encontrada. Fruto consumido in natura e em sucos, doces, bolos e sorvetes e em infusão na cachaça. Tem valor ornamental.

uma planta arbustiva verde exuberante com algumas folhas marrom-avermelhadas espalhadas por toda parte. Atrás dela está uma paisagem verdejante e montanhosa coberta por uma floresta densa

📷 e-jardim.comclose de um cacho de delicadas flores brancas florescendo em meio a folhas verdes vibrantes e ligeiramente molhadas. As flores têm numerosos estames longos e finos, o que lhes confere uma aparência fofa. Há alguns botões fechados

📷 Murilo Antonio Soares/Jardim Botânico do Rio de Janeirocolagem de duas imagens: à esquerda, os ramos de uma planta carregados de numerosos frutos pequenos e redondos, que vão do amarelo pálido ao mais intenso, laranja-amarelado. Alguns frutos apresentam aspecto salpicado ou mosqueado, sugerindo pequenas imperfeições ou variações na intensidade da cor. Os frutos parecem carnudos e têm cerca de 1-2 cm de diâmetro. Os ramos da planta são finos e apresentam tom cinza acastanhado claro; à direita, close de três frutos amarelos pendendo na ponta de um galho. O fundo sugere um solo arenoso ou de cor clara.

📷 biologiavegetal.com.brum prato raso e oval cheio de numerosas frutas pequenas e redondas de cor laranja

📷 andersontropicals.com