César Favacho

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Da Biologia (entomólogo) e Macrofotografia. Nativo da Amazônia! TikTok +300k Pix e contato: cesarfavacho@gmail.com PicPay: @cesarfavacho #trupenaturalista

Esses dias vi um anelídeo aquático (Aeolosoma hemprichi) nadando em um pequeno laguinho artificial no quintal de casa. São parentes das minhocas, mas vivem de maneira totalmente diferente. No vídeo, feito com o celular mesmo, dá pra ver até as cerdas (os “pelos”) que ele usa pra nadar

O pessoal que trabalha com bichos-pau, do @projetophasma, voltou pro Instagram! Eles haviam perdido a página e não conseguiram recuperar, então fizeram uma nova. Eles estão sem seguidores. Se vocês seguiam ou tem interesse em aprender sobre, vamos lá dar essa ajuda! Link abaixo

Uma vergonha ver uma instituição de pesquisa com biodiversidade deixando a galera do marketing utilizar imagens de IA para ilustrar os bichos. É um dedo do meio tanto para os bichos, quanto para os pesquisadores e fotógrafos que trabalham no museu. Essa é uma de várias imagens recentes com IA

Na primeira imagem, há uma crítica contundente ao uso de imagens geradas por inteligência artificial (IA) em contextos científicos. A publicação faz referência a uma postagem do Museu Emílio Goeldi que celebra seus 159 anos com uma imagem de uma borboleta — aparentemente criada por IA — acompanhada do texto institucional. O comentário sobreposto expressa indignação, ressaltando a contradição de uma instituição voltada à pesquisa e biodiversidade recorrer a material artificial em vez de registros fotográficos reais, algo que pode ser interpretado como desrespeito à ciência e aos pesquisadores.A segunda imagem é um meme com uma figura infantil de estilo antigo dizendo: “Deus está triste com tanta inteligência artificial”. Ela serve como um comentário humorístico e crítico à situação mostrada anteriormente, ironizando o uso excessivo e, às vezes, inadequado de IA — especialmente em áreas onde o valor do trabalho humano e científico é essencial, como na pesquisa biológica e na documentação da natureza.

O macho das aranhas precisa conseguir chegar com a cara perto da região genital da fêmea pra acasalar. Diferentemente dos outros bichos, as estruturas reprodutivas dos machos são na frente do corpo, perto da boca, nos apêndices chamados pedipalpos.

Na foto, vemos um registro macro de duas aranhas acasalando. Os corpos estão entrelaçados, com as pernas longas e finas esticadas em diferentes direções, criando um emaranhado delicado. A aranha menor, de coloração marrom-amarelada com desenhos no abdômen, está posicionada contra o corpo maior e mais robusto da parceira, de tonalidade castanho-escura e brilho opaco.

O foco da imagem destaca o contato íntimo entre os animais, enquanto o fundo desfocado em tons claros realça a cena principal. Pequenos detalhes do substrato, como fragmentos esverdeados e texturas rugosas, acrescentam contexto natural. A fotografia transmite tanto a complexidade quanto a fragilidade desse momento reprodutivo.