Conectas

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A ONG Conectas existe para proteger, efetivar e ampliar os direitos humanos. Propomos soluções, impedimos retrocessos e denunciamos violações.

Dados sobre a ausência de denúncias em casos de mortes decorrentes de intervenção policial em São Paulo revelam um quadro alarmante que denunciamos há anos: a existência de um sistema de justiça criminal que opera sob a impunidade e racismo institucional. Confira a thread 👇🏽

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Pepe Mujica, é um símbolo de humildade e humanismo. Hoje completaria 90 anos, com uma vida dedica a política e longe dos luxos. Seu legando nos ensina sobre a importância do tempo livre e das relações humanas, nos inspirando a construir uma política mais humana e autêntica. Hasta siempre, Pepe!

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Em 1888, a Lei Áurea declarou o fim da escravidão. Mas sem direitos e reparação, a população negra foi lançada à própria sorte. Hoje, mais de um século depois, dados mostram que a abolição foi apenas formal. Siga o fio e entenda por que seguimos lutando. >>>

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Hoje celebramos o aniversário de Milton Santos, maior geógrafo do Brasil. Sua obra revolucionou o conceito de território como espaço de direitos e justiça social. Seu pensamento crítico segue essencial na luta por um mundo mais justo frente às desigualdades. #MiltonSantos #conectas

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Uma pesquisa do Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais - CEDRA, com base na PNAD, mostra que pessoas negras ganham menos que brancas, mesmo na mesma função. Após séculos de escravidão, é urgente adotar políticas públicas eficazes e educação antirracista para garantir igualdade já.

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Laudelina Campos de Melo, iniciou-se como doméstica ainda criança. Em 1936, fundou a primeira associação da categoria, que só virou sindicato em 1988. Faleceu em 1991, mas seu legado na luta pela dignidade e reconhecimento das trabalhadoras domésticas permanece vivo. #DiadaEmpregadaDoméstica

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A exploração do trabalho prisional feminino no Brasil toma proporções preocupantes e exige ação imediata. A ausência de direitos trabalhistas básicos e as condições precárias configuram uma grave violação dos direitos humanos e perpetuam a vulnerabilidade dessas mulheres.

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A cartilha “Trabalho Escravo: Como Identificar e Combater”, é um material para ajudar a sociedade a reconhecer e enfrentar o trabalho escravo contemporâneo. O guia traz orientações acessíveis para identificar essas situações e agir. Confira a cartilha no link: 🔗 www.conectas.org/noticias/cin...

Cinco ações para combater o trabalho escravo

Especialistas e trabalhadores apontam medidas urgentes para enfrentar essa violação dos direitos humanos, desde o fortalecimento da fiscalização até a responsabilização de empresas

conectas.org

O aumento de mortes de crianças e adolescentes em ações policiais em SP, além de ser um resultado da redução de câmeras corporais, mostra o retrocesso na política de segurança do estado. Só com fiscalização eficaz será possível conter a violência, que afeta principalmente crianças e jovens negros.

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Hoje completam 61 anos de um período sombrio da nossa história que deixou cicatrizes e ainda reverbera na vida de muitas famílias. Não existe democracia sem memória, e não existem direitos sem justiça.

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Ao longo dos anos, muitas mentiras e desinformações foram espalhadas sobre a ADPF das Favelas, uma ação histórica que tramita no STF para frear a letalidade policial e garantir direitos para quem mora nas favelas e periferias. Hoje, desmontamos 3 mitos sobre a ADPF das Favelas. +

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O STF julga amanhã a legalidade de provas obtidas em revistas íntimas vexatórias nas prisões, prática que viola direitos e afeta principalmente mulheres negras e pobres. É urgente mudar o tratamento aos familiares, buscando dignidade e legalidade para erradicar essa prática desumana e desigual.

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O racismo estrutural não é um fantasma do passado, mas uma realidade que permeia nossas instituições, perpetuando desigualdades e negando futuros. No Brasil, reconhecemos sua existência, mas hesitamos em assumir responsabilidade, perpetuando assim o genocídio de nossa maioria populacional. +

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Em meios às contradições e desigualdades sociais, o Carnaval também é palco de justiça! Celebramos estas iniciativas que transformam a maior festa popular do país em uma aula sobre direitos humanos. +

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O Brasil persiste como líder mundial em violência transfóbica, conforme dados da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA). Diante desse cenário, a organização denuncia a inércia estatal e exige ações urgentes. +

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A justiça social não é uma realidade plena no Brasil. Enfrentamos desigualdades profundas e violações sistemáticas de direitos, que afetam milhões de pessoas. São muitas as mudanças que precisamos exigir e implementar, e conhecer nossos direitos é o primeiro passo. +

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A sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no caso Favela Nova Brasília, deveria marcar uma virada na luta contra a violência estatal. Mas, o não cumprimento da sentença evidencia a inércia institucional brasileira. +

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