O enfrentamento ao crime organizado não pode servir de pretexto para criminalizar moradores de territórios de favela ou colocar em risco a atuação de comunicadores e defensores de direitos humanos. #Brasil
Conectas
@conectas.bsky.social
A ONG Conectas existe para proteger, efetivar e ampliar os direitos humanos. Propomos soluções, impedimos retrocessos e denunciamos violações.
Aos Estados cabem a proteção DDHH, incluindo a liberdade de associação e reunião. Recomendo ao #Brasil vetar qualquer dispositivo que viole esses direitos, incluindo aqueles que, sem definir objetivamente, tipificam condutas que podem afetar populações já vulnerabilizadas. 2/
#Brasil - Acompanhei com muita preocupação a tramitação do Projeto de Lei nº 5.582/2025 apresentando após o Estado do Rio de Janeiro ter realizado operação policial que resultou em mais de 120 mortes. 1/
Dados sobre a ausência de denúncias em casos de mortes decorrentes de intervenção policial em São Paulo revelam um quadro alarmante que denunciamos há anos: a existência de um sistema de justiça criminal que opera sob a impunidade e racismo institucional. Confira a thread 👇🏽
Pepe Mujica, é um símbolo de humildade e humanismo. Hoje completaria 90 anos, com uma vida dedica a política e longe dos luxos. Seu legando nos ensina sobre a importância do tempo livre e das relações humanas, nos inspirando a construir uma política mais humana e autêntica. Hasta siempre, Pepe!
Em 1888, a Lei Áurea declarou o fim da escravidão. Mas sem direitos e reparação, a população negra foi lançada à própria sorte. Hoje, mais de um século depois, dados mostram que a abolição foi apenas formal. Siga o fio e entenda por que seguimos lutando. >>>
Em maio de 2006, mais de 500 mortos nos Crimes de Maio deram origem ao movimento Mães de Maio. Após 19 anos, a impunidade persiste. Um Tribunal Popular cobra justiça, memória e reparação pelo fim do genocídio da juventude negra. Saiba mais: bit.ly/3EQPCZ4 #crimesdemaio #mãesdemaio
Hoje celebramos o aniversário de Milton Santos, maior geógrafo do Brasil. Sua obra revolucionou o conceito de território como espaço de direitos e justiça social. Seu pensamento crítico segue essencial na luta por um mundo mais justo frente às desigualdades. #MiltonSantos #conectas
Uma pesquisa do Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais - CEDRA, com base na PNAD, mostra que pessoas negras ganham menos que brancas, mesmo na mesma função. Após séculos de escravidão, é urgente adotar políticas públicas eficazes e educação antirracista para garantir igualdade já.
Laudelina Campos de Melo, iniciou-se como doméstica ainda criança. Em 1936, fundou a primeira associação da categoria, que só virou sindicato em 1988. Faleceu em 1991, mas seu legado na luta pela dignidade e reconhecimento das trabalhadoras domésticas permanece vivo. #DiadaEmpregadaDoméstica
STF proíbe revista íntima vexatória. Entenda avanços e as brechas da decisão: www.conectas.org/noticias/stf...
STF proíbe revista íntima vexatória: entenda avanços e as brechas da decisão
Após 10 anos de discussão jurídica, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou no início de abril a ilegalidade da revista íntima vexatória em vi...
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Em carta a Lula, organizações cobram uso de câmeras corporais em forças policiais. Leia mais: www.conectas.org/noticias/em-...
Em carta a Lula, organizações cobram uso de câmeras corporais em forças policiais
Mais de 150 organizações da sociedade civil e grupos de pesquisa divulgaram uma carta aberta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao Congresso...
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A exploração do trabalho prisional feminino no Brasil toma proporções preocupantes e exige ação imediata. A ausência de direitos trabalhistas básicos e as condições precárias configuram uma grave violação dos direitos humanos e perpetuam a vulnerabilidade dessas mulheres.
Conectas foi citada na coluna de Djamila Ribeiro na Folha, que denuncia a violência letal contra imigrantes no Brás. Reafirmamos: usar armamento contra trabalhadores desarmados é injustificável e alimenta o genocídio da população negra e periférica. Leia mais: www1.folha.uol.com.br/colunas/djam...
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Defender um futuro possível para as próximas gerações é defender a luta e os direitos de quem sempre esteve aqui. Em um ano emblemático e decisivo para a luta indígena e ambiental, que possamos ouvir e ecoar o chamado da Terra e de quem luta por ela. #DiaDosPovosIndígenas #COP30 #DireitosIndígenas
A cartilha “Trabalho Escravo: Como Identificar e Combater”, é um material para ajudar a sociedade a reconhecer e enfrentar o trabalho escravo contemporâneo. O guia traz orientações acessíveis para identificar essas situações e agir. Confira a cartilha no link: 🔗 www.conectas.org/noticias/cin...
Cinco ações para combater o trabalho escravo
Especialistas e trabalhadores apontam medidas urgentes para enfrentar essa violação dos direitos humanos, desde o fortalecimento da fiscalização até a responsabilização de empresas
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O aumento de mortes de crianças e adolescentes em ações policiais em SP, além de ser um resultado da redução de câmeras corporais, mostra o retrocesso na política de segurança do estado. Só com fiscalização eficaz será possível conter a violência, que afeta principalmente crianças e jovens negros.
O documentário "O Custo Humano do Café" será exibido no lançamento dos relatórios "Trabalho escravo no café: das fazendas às multinacionais". 📅 Dia 10/04, às 19h 📍 Alameda Nothmann, 806 - Campos Elíseos (2º andar). Evento gratuito. Inscreva-se: form.jotform.com/250765001291...
Existe muita desinformação disfarçada de verdade, assim como existem verdades que precisam ser ditas. Não existe democracia sem acesso à informação e justiça. E você, qual mentira sobre direitos humanos já ouviu? Confira + no próximo bloco >>> #diadamentira #direitoshumanos #primeirodeabril
Em artigo na Folha, Camila Asano e Gabriel Sampaio, da Conectas, defendem que o STF deve, sim, estabelecer regras para as operações policiais no Rio. Leia: www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025...
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Hoje completam 61 anos de um período sombrio da nossa história que deixou cicatrizes e ainda reverbera na vida de muitas famílias. Não existe democracia sem memória, e não existem direitos sem justiça.
Ao longo dos anos, muitas mentiras e desinformações foram espalhadas sobre a ADPF das Favelas, uma ação histórica que tramita no STF para frear a letalidade policial e garantir direitos para quem mora nas favelas e periferias. Hoje, desmontamos 3 mitos sobre a ADPF das Favelas. +
O STF julga amanhã a legalidade de provas obtidas em revistas íntimas vexatórias nas prisões, prática que viola direitos e afeta principalmente mulheres negras e pobres. É urgente mudar o tratamento aos familiares, buscando dignidade e legalidade para erradicar essa prática desumana e desigual.
O racismo estrutural não é um fantasma do passado, mas uma realidade que permeia nossas instituições, perpetuando desigualdades e negando futuros. No Brasil, reconhecemos sua existência, mas hesitamos em assumir responsabilidade, perpetuando assim o genocídio de nossa maioria populacional. +
Marielle Franco lutou pela justiça e direitos humanos nas periferias. Criticava a segurança pública no Rio, denunciando a violência policial contra vidas negras. Sete anos após seu assassinato, sua memória inspira a defesa de uma segurança que valorize a vida. #Mariellevive #EmDefesaDasFavelas
Em meios às contradições e desigualdades sociais, o Carnaval também é palco de justiça! Celebramos estas iniciativas que transformam a maior festa popular do país em uma aula sobre direitos humanos. +
O Brasil persiste como líder mundial em violência transfóbica, conforme dados da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA). Diante desse cenário, a organização denuncia a inércia estatal e exige ações urgentes. +
A justiça social não é uma realidade plena no Brasil. Enfrentamos desigualdades profundas e violações sistemáticas de direitos, que afetam milhões de pessoas. São muitas as mudanças que precisamos exigir e implementar, e conhecer nossos direitos é o primeiro passo. +
A sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no caso Favela Nova Brasília, deveria marcar uma virada na luta contra a violência estatal. Mas, o não cumprimento da sentença evidencia a inércia institucional brasileira. +