No seu “Livro dos 5 Anéis”, o espadachim japonês Musashi fala sobre matar seu inimigo sem hesitação. Prolongar o confronto dá ao adversário a chance de se reorganizar, contra-atacar ou até virar o jogo.
Copa Além da Copa
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Quem ganhou o sorteio de brinde do Copa Além da Copa de julho foi Valquíria Aparecida Scalso. Parabéns, Valquíria! Em breve, você receberá a sua cópia de "Pelé: O Legado Desconhecido"!
A imagem de Luis Enrique com expressão de choro e apontando para a cara ensanguentada é a que melhor representa o futebol espanhol no século XX. O futebol de uma seleção que era conhecida como "Fúria", mas que colecionava fracasso atrás de fracasso.
Por que o plano da FIFA de vender os direitos de organizar a Copa do Mundo (e seus outros torneios) é controverso? O que ele significa?
Em junho, a revista The Economist questionou se estávamos assistindo à última Copa do Mundo. Pareceu um exagero (e ainda parece), mas algo já se desenrolava nos bastidores. Hoje, a UEFA anunciou oficialmente o rompimento com a FIFA. A situação é mais tensa do que nunca.
A Copa do Mundo de 2026 acabou, mas a cada dia que passa, a de 2030 fica mais perto. O que esperar do próximo Mundial? Quais são as possíveis polêmicas? Quais os pontos que serão sensíveis nos quatro anos até o pontapé inicial?
Em 28 de junho, a África do Sul finalizou sua campanha na Copa do Mundo com uma derrota pro Canadá, nos 16 avos de final. No dia 11 de julho, Jayden Adams, meia que fez parte daquela equipe, morreu.
Os jogadores do Tigre, da Argentina, carregaram uma bandeira com a frase "As Malvinas são argentinas" após a partida contra o Nacional, do Uruguai, pela Copa Sul-Americana.
HOJE TEM LIVE! A partir das 21h, estaremos online, discutindo com vocês tudo o que rolou na Copa do Mundo dentro de campo e, principalmente, fora dele. O futebol, as estrelas, Trump roubando a cena, Infantino e as tretas internas da FIFA, teorias da conspiração e muito mais!
Copa do Mundo não é só competição de futebol, é projeção de imagem. Como o mundo vê a Espanha após uma nova taça?
O conceito de "sportswashing" foi cunhado por volta de 2015 e indica o uso do esporte para melhorar a reputação de um país, governo ou indivíduo. Mas e quando um país usa o esporte para piorar a sua reputação? Talvez possamos cunhar o termo "sportsshitting" para o que os EUA fizeram na Copa.
Donald Trump entregará hoje a taça ao campeão da Copa do Mundo, assim como fez ano passado, na Copa do Mundo de Clubes. É improvável, porém, que ele participe da festa da equipe campeã como fez com a do Chelsea. Especialmente se a Espanha vencer.
Um menino negro pode ser a próxima cara do futebol argentino. Enquanto as atenções estavam voltadas à Copa do Mundo, Stephen “Kiki” Ramos, de 17 anos, era convocado pra seleção argentina sub-17.
A dor relacionada às Malvinas é tão grande no povo argentino que as provocações aos ingleses foram inevitáveis após a épica vitória na semifinal da Copa do Mundo, na última quarta-feira.
Ao final dos 16 avos de final contra o Japão, o atacante Matheus Cunha provocou os japoneses, apontando as cinco estrelas do Brasil. Em retrospecto, foi um gesto estranho: num filme de máfia, o chefe que tem que gritar para ser obedecido já deixou de ser o chefe, só não percebeu ainda.
Os clubes argentinos têm nomes como Boca Juniors, River Plate, Newell’s Old Boys, evidência de que há grande influência britânica na história do futebol no país.
A FIFA determinou que não serão permitidas bandeiras e cartazes com alusão às Ilhas Malvinas no estádio hoje, na partida entre Argentina e Inglaterra, pela semifinal da Copa do Mundo. Por mais que a guerra entre os países pelas Malvinas tenha acabado há mais de 40 anos, a tensão continua.
- Por que falar que "não há negros" na seleção francesa é racismo? - A história de Argentina x Inglaterra na Copa de 1986 e da Guerra das Malvinas. O melhor lugar pra aquecer pras semifinais da Copa é no nosso canal! Tem um vídeo imperdível pra entrar no clima de cada jogo!
Pau Cubarsí, zagueiro da seleção espanhola de apenas 19 anos de idade, foi um dos atletas que precisaram apaziguar em público as palavras de péssimo tom do ex-primeiro-ministro Mariano Rajoy.
Em espanhol, a expressão “palavra de basco” significa um juramento que será cumprido sem falta. A mentalidade associada ao povo basco, que invoca honra e trabalho, ajuda a explicar como essa região na fronteira entre França e Espanha passou a definir o futebol espanhol atual.
Toda Copa do Mundo é a mesma coisa: a seleção francesa começa a ganhar seus jogos e a ir longe, e então as redes sociais começam a destilar racismo, preconceito e ignorância contra os seus principais jogadores, sobretudo aqueles que são negros.
Quando a Argentina ganhou sua 1ª Copa, em 1978, era comandada por um técnico filiado ao Partido Comunista, César Menotti.
Após a Noruega vencer e eliminar o Brasil, Erling Haaland, a estrela da companhia, tocou o tambor e conduziu a já tradicional remada viking. Mas para onde remam os vikings? Nos mares da Copa do Mundo, o próximo destino é a Inglaterra - ou seja, o futebol imita a vida.
1982 era pra ser a Copa da Espanha, campeã em casa. Foi um fracasso. Mas era um país em rápida mudança. Por décadas, a Espanha se manteve afastada da democracia liberal da Europa Ocidental, presa ao franquismo.
Por décadas, a seleção espanhola foi conhecida como "Fúria". Era um dos apelidos mais famosos no futebol internacional. Era também um dos mais antigos: foi dado em 1920, nos Jogos Olímpicos de Antuérpia, em lembrança de um episódio histórico que envolve a Bélgica.
“É um presente tê-lo na equipe”, disse Olivier Giroud, ex-atacante da França, sobre o meia Ayyoub Bouaddi, de 18 anos, após sua atuação contra o Brasil, na estreia da Copa. Giroud e Bouaddi jogam juntos no clube francês Lille.
Chamado pela senadora paraguaia de “camaronês colonizado fingindo ser francês”, entre várias outras ofensas racistas, Kylian Mbappé não ficou quieto.
Se a Suíça for eliminada pela Colômbia em um grande jogo de Luis Díaz, talvez se arrependa de uma decisão que tomou em 1922. É graças aos suíços, afinal, que Díaz é colombiano, e não venezuelano.
Após a classificação do Egito contra a Austrália, nos 16 avos de final, o técnico egípcio Hossam Hassan exibiu uma bandeira da Palestina. Além de ambos serem povos árabes e de maioria muçulmana, são vizinhos.