O grande problema de ter o Pedro Raul no banco é que, ocasionalmente, ele pode entrar.
Croninthians | Crônicas do Altaneiro
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O Corinthians vai além das quatro linhas, atravessa os continentes e faz capital nos corações alvinegros.
Inter vive aquela fase que se tomar um gol, desmonta. Os fantasmas só precisam de um revés pra aparecerem e destruírem o emocional. SCCP precisa ser inteligente.
O problema de um jogo em que KC está mal é não tem ninguém pra balancear isso. Apesar de jogar com mais bola que o adversário, Corinthians não teve imposição mais efetiva. Difícil ver Gustavo Henrique cometer pênaltis. A parte defensiva estava indo muito bem.
O grande trunfo do Gui Negão nesse jogo é roubar bolas. Com a constante chegada na área de André, Bidon e Kaio César, essa recuperação fará diferença nas ações ofensivas.
O jogador brasileiro contemporâneo dá um pouco de nojo.
Com muita boa vontade, dá pra imaginar que Diniz resolveu proporcionar a oportunidade dos reservas de jogar diante da arena lotada. Infelizmente, 60% do time não correspondeu de forma positiva à essa rara chance.
Tudo o que falta no Raniele como volante sobra como zagueiro.
Embate com o Bahia poderia ter rendido 3 pontos pelo que se jogou do meio do segundo tempo pra frente. Chamou o gol no fim do primeiro, mas depois se estabilizou. Faltaram mais ações no Kaio César, que capitalizou na partida anterior. Yuri terá Memphis de novo.
Nojenta a pretensão de paladinos da justiça do futebol dos comentaristas PCV e Felipe Bastos no SporTV usando Garro como exemplo negativo.
Com a incapacidade técnica de Raniele, o Corinthians não aposta nos lances com Kaio César, uma vez que qualquer perda naquele setor não conta com a segurança do volante na cobertura e recuperação. O agravante do amarelo já valeria para uma troca.
Corinthians jogou melhor (impressionantemente) com Allan do que com Raniele. E com Labyad do que com Garro.
Garro valorizou a cabeçada, mas se fosse ao contrário, VAR estaria atuando perfeitamente.
Felix Torres aprontou das suas lá em Curitiba…
Corinthians finalmente zera o saldo de gols depois de muito tempo com saldo negativo. Um time tradicionalmente seguro na defesa precisa desse equilíbrio.
Colocar uma transmissão com Prass e Lorenzetti nos comentários é recomeçar o Brasileirão insultando o torcedor corinthiano.
Cazé TV acertou demais na transmissão da Copa 26 como um todo. Mas erra demais na estridência e falta de noção do narrador Luiz diminutivo. “Jeito de fazer” é uma coisa. Porém, não deveria ser sinônimo de despreparo.
A Copa do Mundo nos ensina a não abusar da palavra ‘geração’. Por segurança, é melhor nem usar.
Kaio César não ter ido pra Copa 2026 no lugar do provo-nada-pra-ninguém Raphinha é uma das maiores injustiças já praticadas no futebol brasileiro.
Não acho que o narrador da Cazé TV deva obrigatoriamente torcer pra Suíça. Mas é nojenta a forma como o sujeito fica ainda mais estridente em qualquer lance da Argentina.
A forma de jogar da Espanha, com posse de bola segura a todo custo, é notável, não se discute. Mas tanta burocracia desse sistema nos faz querer colocar um cronômetro de basquete para que façam logo alguma coisa com isso.
Bélgica mandando os Estragos Cuzidos para a house do caralho.
É absolutamente impossível uma seleção com fãs declarados do atleta que usa a camisa número 10 ser campeão de qualquer coisa. Oba-oba, lambeção, descolamento da realidade por parte de quem cobre e desonestidade intelectual de apontar a realidade.
Uma das viradas mais incríveis das copas lamentavelmente sendo comentada pelo fraquíssimo terceirizado eólico da Cazé TV. Se não fosse a excelente Amanda, seria um desastre. Senegal merecia demais. Mas o futebol desconhece merecimento.
A Cazé se perde nesse protocolo cansativo de inscritos e aparelhos conectados. O protagonista deve ser o jogo, não quem transmite. Deveriam aproveitar a chegada de tanta gente nova pra focar em ser mais profissional. Rafa Oliveira tá ali. Deveriam respeitar.
Seleção colombiana é muito forte do meio pra frente. Dificuldade para os portugueses nesse primeiro tempo.
Será um choque de realidade quando o Brasileirão voltar e, junto com ele, um milhão de faltinhas ordinárias que não são marcadas na Copa do Mundo.
As mudanças da FIFA para a Copa 2026, no quesito “bola rolando” funcionaram demais. Ninguém se jogando no campo, laterais cobrados rápidos, cera coibida com sucesso. Lesão agora só se realmente existir, as únicas pausas são pra hidratação.
Dá pra ser divertido sem precisar ser palhaço. Dá pra narrar com intensidade sem gritar estridente. A Cazé TV tem todos os jogos e deveriam usar esse trunfo pra imprimir qualidade pra quem assiste. Rafael Oliveira não merecia colocar seu conhecimento num circo carioca.
Curaçau, fala que se apaixonou…
Convocar atletas do terceirizado eólico é pedir para viver o vexame.