Gênero e Número

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Há 10 anos, produzindo e analisando dados que revelam desigualdades e narrativas que fortalecem a democracia.

✊🏾 10 anos transformando dados em conhecimento e conhecimento em ação! Em um momento em que a qualidade da informação é decisiva para a garantia de direitos, lançamos uma cartilha inédita sobre dados e violência de gênero.

A neutralidade é uma ilusão que custa caro. Quando olhamos para a estrutura social do Brasil, fica evidente que o acesso a direitos fundamentais depende diretamente de quem você é e de onde você vem. +

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Mentira nas redes sociais não é fruto do acaso. Durante o período eleitoral, a circulação de conteúdos manipulados é uma estratégia bem delineada para desgastar candidaturas, desorientar o eleitorado e silenciar mulheres na política.

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Dados não mudam o mundo sozinhos. As pessoas, sim. 💜 Há 10 anos, a Gênero e Número nasceu para enfrentar a invisibilidade estatística e transformar dados em ferramentas de luta, reparação e cidadania.

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Hoje a Lei Maria da Penha completa 20 anos, e ela nunca foi tão citada no Legislativo. Um levantamento inédito da Gênero e Número com o Inteligov mapeou 1.190 proposições e mostra que esse ruído favorável esconde outra coisa. +

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A Lei Maria da Penha faz 20 anos nesta semana e nunca foi tão citada no Legislativo. Um levantamento inédito da Gênero e Número com o Inteligov mapeou 1.190 proposições e mostra que esse ruído favorável esconde outra coisa.

Gráfico de barras horizontais comparando proposições na Câmara dos Deputados sobre violência de gênero, por partido e por viés (acolhimento da vítima, punição e prevenção). Título: "Proposições na Câmara dos Deputados por viés e partido". Texto de apoio: "A agenda legislativa sobre violência de gênero é segmentada entre os partidos, como observa-se nas seis siglas com maior volume de propostas."
Dados por partido (acolhimento da vítima / punição / prevenção):
PT: 34 / 17 / 25
Republicanos: 37 / 0 / 37
PL: 0 / 40 / 17
União: 20 / 25 / 0
Podemos: 17 / 0 / 20
PSD: 0 / 21 / 0
Nota do gráfico: análise feita a partir dos quatro primeiros partidos mais expressivos em cada tema, por questão de densidade dos dados. Fonte: Inteligov. Gênero e Número, 10 anos.

O Congresso entrou em recesso sem votar o PL da Misoginia, o PL das Fake News e a PEC do 6x1. Todos projetos com impacto direto na vida das mulheres. Não é só lentidão: é escolha. Um artigo da Genero e Numero analisa esse padrão. Fio 👇

Em 2015, a Marcha das Mulheres Negras fez história em Brasília. Em 2026, fomos atrás dos dados para responder: o que mudou de lá para cá? O resultado é o estudo "Da Marcha ao Bem Viver", uma parceria com a Oxfam Brasil, o Observatório da Branquitude e a Marcha das Mulheres Negras!

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No sítio Pau Ferro, em Caetés (PE), Seu Simão foi obrigado a abandonar suas terras por causa do Parque Eólico Ventos de São Clemente. Como compensação, construíram um parquinho infantil a menos de 80 metros de uma torre eólica. Nunca foi usado. Uma coluna da GN conta essa história.

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Reduzir a atuação de parlamentares LGBTQIA+ às chamadas “pautas identitárias” ignora como a realidade funciona. Um levantamento inédito revelou que a esmagadora maioria da produção legislativa da primeira bancada LBT na Câmara dos Deputados foca em interesses gerais de toda a classe trabalhadora.

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Como parte da programação do Julho das Pretas, no dia 14 de julho Salvador recebe o lançamento de duas produções que revisitam a trajetória das mulheres negras brasileiras entre a primeira e a segunda Marcha das Mulheres Negras.

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Se você viu os dados do novo recorte sobre mulheres trans e travestis na 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher e teve essa dúvida, vem cá que a gente te explica em 1 minuto o que é uma pesquisa exploratória. 👇

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“Envelhecer sendo travesti no Brasil ainda é um ato de resistência.” Em entrevista à Gênero e Número, Keila Simpson fala sobre violência de gênero,envelhecimento, cidadania e os desafios que ainda marcam a vida de mulheres trans e travestis no Brasil.

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📢 A Gênero e Número está contratando! Buscamos uma pessoa com experiência em design editorial, digital, visualização de dados e liderança de equipe para conectar jornalismo, dados, pesquisa e impacto social.

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Comunicação de verdade se faz com escuta ativa. Em ano de eleição, o fluxo de informações é gigantesco. Por isso, garantir que a nossa comunicação seja precisa, eficaz e diretamente conectada com o que você precisa torna-se ainda mais indispensável.

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Todo mundo usa o WhatsApp para conversar sobre o que está acontecendo no mundo. A Gênero e Número também. No nosso canal de WhatsApp, você recebe dados de bolso, reportagens e análises sobre raça, gênero e democracia e, em ano eleitoral, isso importa ainda mais.

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Quando a fé é o alicerce de mais da metade das mulheres em situação de violência, a resposta institucional não pode ser a omissão. Se o conselho diante de um crime for “apenas orar e perdoar”, a instituição deixa de ser refúgio para se tornar cúmplice.

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O ódio às mulheres parte de um sistema que organiza poder, discurso e violência. Em entrevista inédita, Djamila Ribeiro analisa como esse ódio se estrutura, se legitima e ganha força em diferentes espaços, tanto nas redes sociais, quanto na política.

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Hoje, no Dia Nacional da Trabalhadora Doméstica, olhamos com mais atenção para algo que muitas vezes é tratado como “natural”: o trabalho realizado majoritariamente por mulheres negras, muitas vezes com baixa remuneração, sem reconhecimento e sem direitos garantidos.

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Enfrentar a violência contra as mulheres exige política pública, articulação e continuidade. Na entrevista, Estela Bezerra, secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, fala sobre os desafios de estruturar uma política de Estado em um cenário marcado por desigualdades.

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