✊🏾 10 anos transformando dados em conhecimento e conhecimento em ação! Em um momento em que a qualidade da informação é decisiva para a garantia de direitos, lançamos uma cartilha inédita sobre dados e violência de gênero.
Gênero e Número
@generonumero.bsky.social
Há 10 anos, produzindo e analisando dados que revelam desigualdades e narrativas que fortalecem a democracia.
A neutralidade é uma ilusão que custa caro. Quando olhamos para a estrutura social do Brasil, fica evidente que o acesso a direitos fundamentais depende diretamente de quem você é e de onde você vem. +
Mentira nas redes sociais não é fruto do acaso. Durante o período eleitoral, a circulação de conteúdos manipulados é uma estratégia bem delineada para desgastar candidaturas, desorientar o eleitorado e silenciar mulheres na política.
Dados não mudam o mundo sozinhos. As pessoas, sim. 💜 Há 10 anos, a Gênero e Número nasceu para enfrentar a invisibilidade estatística e transformar dados em ferramentas de luta, reparação e cidadania.
Hoje a Lei Maria da Penha completa 20 anos, e ela nunca foi tão citada no Legislativo. Um levantamento inédito da Gênero e Número com o Inteligov mapeou 1.190 proposições e mostra que esse ruído favorável esconde outra coisa. +
A Lei Maria da Penha faz 20 anos nesta semana e nunca foi tão citada no Legislativo. Um levantamento inédito da Gênero e Número com o Inteligov mapeou 1.190 proposições e mostra que esse ruído favorável esconde outra coisa.
A Gênero e Número está no 21° Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da @abraji.bsky.social! Vamos conduzir duas oficinas essenciais neste sábado (01/08) sobre dados, tecnologia e cobertura eleitoral. Seguem os detalhes abaixo 🔎
O Congresso entrou em recesso sem votar o PL da Misoginia, o PL das Fake News e a PEC do 6x1. Todos projetos com impacto direto na vida das mulheres. Não é só lentidão: é escolha. Um artigo da Genero e Numero analisa esse padrão. Fio 👇
Em 2015, a Marcha das Mulheres Negras fez história em Brasília. Em 2026, fomos atrás dos dados para responder: o que mudou de lá para cá? O resultado é o estudo "Da Marcha ao Bem Viver", uma parceria com a Oxfam Brasil, o Observatório da Branquitude e a Marcha das Mulheres Negras!
No sítio Pau Ferro, em Caetés (PE), Seu Simão foi obrigado a abandonar suas terras por causa do Parque Eólico Ventos de São Clemente. Como compensação, construíram um parquinho infantil a menos de 80 metros de uma torre eólica. Nunca foi usado. Uma coluna da GN conta essa história.
Está no ar. 'Da Marcha ao Bem Viver' analisa o que mudou (e o que não mudou) nos direitos das mulheres negras nos últimos 10 anos. Feito pela Gênero e Número , Observatório da Branquitude e Oxfam Brasil.
Reduzir a atuação de parlamentares LGBTQIA+ às chamadas “pautas identitárias” ignora como a realidade funciona. Um levantamento inédito revelou que a esmagadora maioria da produção legislativa da primeira bancada LBT na Câmara dos Deputados foca em interesses gerais de toda a classe trabalhadora.
Como parte da programação do Julho das Pretas, no dia 14 de julho Salvador recebe o lançamento de duas produções que revisitam a trajetória das mulheres negras brasileiras entre a primeira e a segunda Marcha das Mulheres Negras.
🪄 Confira um pouco das 2 primeiras aulas da formação “Dados para a transformação: advocacy e uso social de dados", realizada pela #EscoladeDados com Hivos, Mandí e Decodifica. Tivemos Vitória Régia, da @generonumero.bsky.social, e Ana Carolina Araújo, do @institutoazmina.bsky.social! 😊
Se você viu os dados do novo recorte sobre mulheres trans e travestis na 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher e teve essa dúvida, vem cá que a gente te explica em 1 minuto o que é uma pesquisa exploratória. 👇
“Envelhecer sendo travesti no Brasil ainda é um ato de resistência.” Em entrevista à Gênero e Número, Keila Simpson fala sobre violência de gênero,envelhecimento, cidadania e os desafios que ainda marcam a vida de mulheres trans e travestis no Brasil.
Pela segunda vez, a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher traz um recorte exploratório sobre as experiências de mulheres trans e travestis no Brasil.
📢 A Gênero e Número está contratando! Buscamos uma pessoa com experiência em design editorial, digital, visualização de dados e liderança de equipe para conectar jornalismo, dados, pesquisa e impacto social.
Comunicação de verdade se faz com escuta ativa. Em ano de eleição, o fluxo de informações é gigantesco. Por isso, garantir que a nossa comunicação seja precisa, eficaz e diretamente conectada com o que você precisa torna-se ainda mais indispensável.
A tecnologia deveria ser sinônimo de evolução, mas no trabalho doméstico e de cuidados, ela tem servido para atualizar velhas injustiças com novas interfaces digitais.
É possível salvar o planeta sem mudar a lógica que o destruiu?
A rejeição de um indicado ao STF pelo Senado não é apenas um detalhe; é o sintoma de um governo que, ao tentar acenar para todos os lados, acabou perdendo o apoio de onde mais precisava.
Todo mundo usa o WhatsApp para conversar sobre o que está acontecendo no mundo. A Gênero e Número também. No nosso canal de WhatsApp, você recebe dados de bolso, reportagens e análises sobre raça, gênero e democracia e, em ano eleitoral, isso importa ainda mais.
Quando a fé é o alicerce de mais da metade das mulheres em situação de violência, a resposta institucional não pode ser a omissão. Se o conselho diante de um crime for “apenas orar e perdoar”, a instituição deixa de ser refúgio para se tornar cúmplice.
O ódio às mulheres parte de um sistema que organiza poder, discurso e violência. Em entrevista inédita, Djamila Ribeiro analisa como esse ódio se estrutura, se legitima e ganha força em diferentes espaços, tanto nas redes sociais, quanto na política.
Hoje, no Dia Nacional da Trabalhadora Doméstica, olhamos com mais atenção para algo que muitas vezes é tratado como “natural”: o trabalho realizado majoritariamente por mulheres negras, muitas vezes com baixa remuneração, sem reconhecimento e sem direitos garantidos.
Enfrentar a violência contra as mulheres exige política pública, articulação e continuidade. Na entrevista, Estela Bezerra, secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, fala sobre os desafios de estruturar uma política de Estado em um cenário marcado por desigualdades.
Onde buscar dados de qualidade sobre gênero, raça e política? Como transformar números em uma pauta que ninguém consegue ignorar?
A violência doméstica não termina quando cessam os abusos - sejam eles físicos, psicológicos ou morais, por exemplo. Ela deixa marcas que atravessam o tempo.
#GNExplica: O que é uma infraestrutura de dados? Entenda o conceito que define a atuação da Gênero e Número há uma década. 🧶