recibo da vergonha
@grzgngr.bsky.social
Comentários sobre filmes e outros no meu sub sub sub do stack: https://substack.com/@grenzgnger?utm_source=share&utm_medium=android&r=1tz9g7 Ou no meu letterboxd: https://boxd.it/jAVsv E de vez em quando aqui também.
uns comentários sobre um dos meus filmes preferidos das últimas décadas, atual naquele jeito esquisito de estar e não estar num tempo: Sátántango (1994), de Béla Tarr.
eles tão torando, muitos fazendo ninho, boa época pra fotografar nosso ídolo (foto da conja, as boa sempre são dela)
amei o vídeo da claire denis no criterion closet, adoro os filmes dela e não imaginava que pessoalmente ela fosse tão fofinha, "may I put it in the bag?" (sorrisão no rosto e o box do dreyer na mão) e ela pegar his girl friday do hawks, toneladas de ceta
amei essa foto-cinema da conja, a cambacica (liv ullman) atrás, a saíra (bibi andersson) na frente meio de perfil, os olhares para a câmera
the devils do ken russell relançado no cinema nos eua essa semana, invejinha
Resenha nova no letter, cidadãos da minha Paris revolucionaria! Sobre um dos grandes filmes americanos do 70, que eu ainda não tinha assistido e que curti bastante (username no letter é pasticcere, link na bio)
entreouvindo conversa da minha afilhada com a amiga sobre quais heróis de ficção votariam em qual candidato (!), e num dado momento só ouço ela falar algo do tipo “num viaja, seria tudo bolsonaro” eu ri (desculpa)
corrente do bem-te-vi poste uma foto sua do bem-te-vi até a meia-noite ou o seu pior medo se realizará
que bichinho lindo, nunca tinha visto tão de perto esse pássaro da espécie dario argento
maravilhoso, puta filme (link pro meu letter na bio, caso alguém queira ver os comentários que fiz)
o saí-azul é mais arisquinho e não vem tanto quanto a saíra sete cores, mas é bonitinho demais também, o babadorzinho preto, a carinha meio brava com a viseira
comentários novos no meu sub, dessa vez sobre um filme da dupla Straub-Huillet (acesso na bio)
na extremidade direita o tiê, vigiando os arredores para proteger ninguém menos que a tieta, que está se alimentando à esquerda no comedouro
quando o brasil foi uma mafiosa carioca de 40 anos que sambava e traficava na cara do colonizador: o excelente Mixed Blood (1984) do Paul Morrissey, com a atuação magistral da Marília Pêra, está lá mini-resenhado no meu letter (link na bio)
Les Misérables à italiana: alguns comentários sobre a brilhante, e hoje pouco vista, adaptação de Riccardo Freda do clássico de Victor Hugo: substack.com/profile/1108...
Grenzgänger (@grenzgnger)
Freda’s I Miserabili (1948), originally released in two parts (Caccia all'uomo and Tempesta su Parigi), is one of the many great Italian films that were only made possible by Riccardo Gualino and his ...
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minha cabeça sempre dá várias voltas quando eu leio o título italiano pro dr. strangelove do kubrick é il dottor stranamore
eu tomei um tombo tão bonito na rua, tão PLÁSTICO, que do chão só conseguia ver os rostos de terror e reverência dos passantes
eu não iria tão longe a ponto de dizer que o notebook DESTRUIU a cultura do café, onde você vai pra ficar um tempinho lendo em paz ou conversando com alguém mas que a galera fazendo reunião de fone e, portanto, gritando coisa de trabalho degrada um pouco a experiência, quem vai negar?
com vocês o meu, o seu, o nosso querido amado idolatrado GALITO, esse pássaro do cerrado que fica sempre pendurado nos galhinhos quando chegar mais perto do verão, ele vai ficar muito mais gato e gostoso, com uma caudona
Sobre um dos meus filmes preferidos do Howard Hawks, com Cary Grant e Rosalind Russell: substack.com/@grenzgnger/...
Grenzgänger (@grenzgnger)
Hawks’ His Girl Friday (1940) is such a delightful film. I watched it for the third time last night and was completely blown away all over again. Hildy running down the sidewalk in her high heels afte...
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texto novo no sub preferido de vocês, acesso na minha bio
o talento da marilyn monroe era uma coisa muito absurda...hoje revi o gentlemen prefer blondes, que faz tempo que não revia, e mano...como pode, ela era gênio demais
rever os grandes filmes com a marilyn monroe é sempre se pegar pensando: ok, entendi por que o mundo saiu fora da casinha quando ela apareceu, por que pirou o cabeção geral da galera