O processo de medicalização do sujeito caminha a passos largos. Toda e qualquer forma de subjetividade vai deixar de existir e todo mundo terá um laudo e um remédio para chamar de seu.
Boatos de que a próxima edição do DSM vai buscar fortalecer sua marca de ~científico~ e, paralelamente, converter todas as categorias de psicodiagnóstico em espectros, para não correr o risco de alguém acabar de fora. Quanto pior fica o mundo, mais individualizado fica o sofrimento.