Lucas Pedretti

@lpedrettilucas.bsky.social

Professor do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Autor de "A transição inacabada" (Cia das Letras) e "Dançando na mira da ditadura" (Arquivo Nacional).

A Campanha Sem Memória Não há Democracia convida para Seminário no dia 06/08, no IAB. A proposta do encontro é compartilhar reflexões sobre os últimos anos da luta histórica pela transformação do antigo Palácio da Polícia do RJ em um Centro de Memória de Direitos Humanos.

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A Campanha Sem Memória Não há Democracia convida para Seminário no dia 06/08, no IAB. A proposta do encontro é compartilhar reflexões sobre os últimos anos da luta histórica pela transformação do antigo Palácio da Polícia do RJ em um Centro de Memória de Direitos Humanos.

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Entrei pela primeira vez no antigo prédio do IML há mais de dez anos, quando era pesquisador da Comissão da Verdade do RJ. Naquela ocasião, a partir desses mesmos livros da foto da matéria, a CNV conseguiu identificar os destinos dos corpos de dois desaparecidos. + g1.globo.com/rj/rio-de-ja...

Arquivo Público do RJ retira documentos do antigo prédio do IML | G1

A retirada ocorre uma semana depou que um vídeo mostrou documentos e fotografias que estavam guardados no antigo prédio do Instituto Médico Legal sendo jogados pela janela.

g1.globo.com

São 70 anos de megaoperações policias em favelas no RJ, e seu único resultado tem sido o de aprofundar o ciclo da violência. É o que eu argumento em texto publicado no blog da revista Dilemas, do Necvu/UFRJ, em um especial para marcar os seis meses do Massacre nos Complexos do Alemão e da Penha. +

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Quarta que vem, 6/5, vamos exibir no IFCS/UFRJ o documentário Cheiro de Diesel, sobre a ocupação militar na Maré em 2014. Começa às 17h na sala 106. Depois, a partir de 18h30, mediarei um debate com as diretores Natasha Neri e Gizele Martins, Henrique Vieira e Renata Souza.

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Depois de estrear na UFRJ em 2019 e passar pela Rural e pela FFP/Uerj, "Rastros da Verdade", nossa exposição sobre a Comissão da Verdade do Rio, acaba de ser inaugurada na Unirio. Dez anos depois do seu relatório final, o trabalho comissão segue abrindo novas conversas.

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Meu livro "A transição inacabada" ficou entre os 10 semi-finalistas do Jabuti! Como o Fluminense mostrou, chegar na semi já é muita coisa quando os outros concorrentes são tão bons. Fico muito feliz com a notícia, e com a perspectiva de que ela abra mais caminhos e conversas!

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Encontramos documentos de agentes da Ditadura em sacos de lixos no antigo prédio do DOPS e do IML, no Rio de Janeiro. Eles revelam detalhes da rotina militar – e podem ajudar a esclarecer crimes que até hoje permanecem impunes. ✍🏻 @lpedrettilucas.bsky.social 👉🏻

Ditadura: polícia jogou documentos de agentes em sacos de lixo. Nós os abrimos.

Fichas esquecidas por 50 anos revelam conexão entre torturadores da Ditadura e elite da Polícia Civil e desmontam o argumento de que o DOPS seria uma estrutura apartada da polícia.

tibr.in

Fichários abandonados no antigo prédio do IML são chave para avançarmos em uma das agendas de investigação mais importantes que temos sobre a ditadura: a comprovação do caráter racista do regime. É o que revelo hj no 2o texto da série pro Intercept. www.intercept.com.br/2025/04/02/f...

Fotografias históricas encontradas no prédio do IML mostram a face racista da Ditadura Militar | Intercept Brasil

Encontrados em fichários abandonados, documentos revelam como o regime usou o crime de vadiagem como forma de controle social.

intercept.com.br

“As vítimas da ditadura eram brancas”. Essa é uma das maiores mentiras sobre a Ditadura Militar – e nós podemos provar. Veja os documentos inéditos que encontramos no prédio do IML, abandonado pela Polícia Civil no Rio de Janeiro. 🧶

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"Ainda Estou Aqui" gerou uma torção no tempo cronológico. A rememoração dos 60 anos do golpe ficou pra este ano, já que ano passado o que imperou foi um silêncio brutal. Antes tarde do que mais tarde...

As fichas esquecidas da ditadura. "Os casos mostram um enorme trânsito entre a polícia política e as delegacias comuns. E desmontam, assim, o argumento de que o DOPS seria uma estrutura apartada do conjunto da Polícia Civil." Mais um texto de extrema relevância do @lpedrettilucas.bsky.social !!!

Ditadura: polícia jogou documentos de agentes em sacos de lixo. Nós os abrimos.

Fichas esquecidas por 50 anos revelam conexão entre torturadores da Ditadura e elite da Polícia Civil e desmontam o argumento de que o DOPS seria uma estrutura apartada da polícia.

intercept.com.br

Incrível a linha de defesa do comandante da Marinha no STF. Em resumo, ele diz ser injusto que apenas o almirante seja visto como golpista e que os comandantes do Exército e da Aeronáutica passem ilesos. Está certíssimo. Os três são golpistas.

Este semestre vou oferecer, como atividade do pós-doc, a disciplina "Transição democrática: violência, movimentos sociais e Estado", no PPG de Sociologia do IESP/UERJ, com Zé Szwako e Cristina Buarque. Aceitamos inscritos e ouvintes!

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🧵‼️ Em dezembro, li esta matéria. Este trecho me marcou: 📢 "Para esses setores, operações policiais em favelas, que deixam um rastro de jovens negros mortos pelo caminho, parecem fazer parte do que se entende como aceitável dentro da democracia brasileira. " www.intercept.com.br/2024/12/16/o...

Os kids pretos foram a origem do Bope e das megachacinas | Intercept Brasil

Cursos de operações especiais dos kids pretos estão na origem do Bope. Em comum, as violações de direitos humanos e o desprezo à democracia.

intercept.com.br

Dia de genocídio no Alemão. Em 61, Lacerda declarou "guerra ao crime" com batidas gigantes em favelas, com helicóptero pra "caçar marginais" e tudo. São 60 anos investindo nessa política, e a violência só aumenta. Mas eles juram que a saída é dobrar a aposta na mesma solução.

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Você vai disputar uma corrida roubada com nazistas? Tem 1% de chance de você e quando vence, o nazista dono da corrida muda as regras pra vez seguinte? Não. Porque você tá lá pra legitimar que a corrida é honesta e que a esquerda perde porque corre pior, apesar de ganhar as vezes. E pra dar Ibope.

Orlando Calheiros@anarcofino.bsky.social · 2y ago

Gente, o X (Twitter) não está cheio de nazistas, o X (Twitter) virou uma rede nazista e ponto.

"As origens do Bope e Core remontam a um grupo de elite do Exército conhecido como Forças Especiais - aqueles militares designados pela expressão que se tornou célebre em meios às investigações sobre a tentativa de golpe organizada por Bolsonaro: kids pretos" - Por @lpedrettilucas.bsky.social

Os kids pretos foram a origem do Bope e das megachacinas | Intercept Brasil

Cursos de operações especiais dos kids pretos estão na origem do Bope. Em comum, as violações de direitos humanos e o desprezo à democracia.

intercept.com.br