A Carolina Azevedo montou um ótimo texto da entrevista comigo e com a Jéssica (nossa comandante da Programação - e vlwww Maru), pra Le Monde Diplomatique, sobre a flipei E na moral, dá uma atenção que ta massa: diplomatique.org.br/flipei-feste...
Marcos Morcego da Caverna do Morcego
@marcosmorcego.bsky.social
Autor: Por uma Implosão da Sociologia. Pesquisador: Identidade, Território e Organização Política. Comunicador - Caverna do Morcego. Ele/Dele. Sociais - FFLCH/USP Editor e Articulista: Clio Operária Livreiro. Mediador. FLIPEI Linktr.ee/morcegomarcos
O caminhar da onça parda, ou, quando a cidade invade a floresta: jundiagora.com.br/onca/
O caminhar da ONÇA parda(ou quando a cidade invade a floresta)
Juliana: Para o caminhar da onça, nossa defesa está justamente na preservação, conservação e recuperação de corredores ecológicos
jundiagora.com.br
O caminhar da onça parda, ou, quando a cidade invade a floresta: jundiagora.com.br/onca/
O caminhar da ONÇA parda(ou quando a cidade invade a floresta)
Juliana: Para o caminhar da onça, nossa defesa está justamente na preservação, conservação e recuperação de corredores ecológicos
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Nessa foto ta tipo, Gilmar Mauro (MST), Ju e Marta (MST, Coletico Japy, e Associação mata ciliar) apresentando o projeto de reabilitação animal, replantio etc pra Chirley Pankara (candidata a dep estadual), Fernanda Machiaveli e Paulo Teixeira (atual ministra e ex ministro) 👍🏾😭
Aeee família, da uma atenção, pra se ligar num dos corres do @coletivojapy e se liga nas visão que a @leticia11pereira ta passando, tlg? Na moral, papo sério, tira 3 minutinhos pra dar essa atenção: www.instagram.com/reel/DbmCNj4... Morro da Baleia - Jundiaí
coletivojapy on Instagram: "O Morro da Baleia é muito mais do que um local de visitação: é um corredor ecológico essencial para a fauna da Mata Atlântica. As m…"
O Morro da Baleia é muito mais do que um local de visitação: é um corredor ecológico essencial para a fauna da Mata Atlântica. As mesmas trilhas percorridas por pessoas são utilizadas diariamente por mamíferos, aves e outros animais para buscar alimento, abrigo, água e manter a conectividade entre fragmentos florestais.Esse equilíbrio, porém, é constantemente ameaçado. O turismo irregular, a abertura de trilhas clandestinas, o excesso de circulação de pessoas, o lixo, o ruído, a presença de animais domésticos e os incêndios florestais aumentam o estresse sobre a fauna, alteram seus padrões de comportamento e comprometem a funcionalidade desse corredor ecológico.Por isso, proteger e restaurar caminham juntos. Conservar apenas os fragmentos remanescentes não é suficiente. É preciso recuperar áreas degradadas, ampliar a cobertura de vegetação nativa e fortalecer a conectividade da paisagem para que os animais encontrem alimento, abrigo e consigam se deslocar com segurança. Cada muda plantada representa um passo na reconstrução desse ecossistema e na redução dos conflitos entre fauna e áreas urbanas.Conservar também significa respeitar. Precisamos compreender que esse território não pertence apenas às pessoas. Antes de serem nossas, essas trilhas já eram caminhos da vida selvagem.Proteger e restaurar o Morro da Baleia é garantir que a biodiversidade continue desempenhando seu papel ecológico, preservando os serviços ambientais que beneficiam toda a sociedade, como a regulação do clima, a proteção das águas e a manutenção da vida.
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Polícia Militar de Tarcísio mata uma pessoa a cada 13 horas em São Paulo Estatísticas da Secretaria da Segurança Pública revelam 339 mortos pela PM no 1º semestre, enquanto prisões sobem e déficit no sistema prisional chega a 156%...
Polícia Militar de Tarcísio mata uma pessoa a cada 13 horas em São Paulo
Estatísticas da Secretaria da Segurança Pública revelam 339 mortos pela PM no 1º semestre, enquanto prisões sobem e déficit no sistema prisional chega a 156%
brasil247.com
Aeee família, da uma atenção, pra se ligar num dos corres do @coletivojapy e se liga nas visão que a @leticia11pereira ta passando, tlg? Na moral, papo sério, tira 3 minutinhos pra dar essa atenção: www.instagram.com/reel/DbmCNj4... Morro da Baleia - Jundiaí
coletivojapy on Instagram: "O Morro da Baleia é muito mais do que um local de visitação: é um corredor ecológico essencial para a fauna da Mata Atlântica. As m…"
O Morro da Baleia é muito mais do que um local de visitação: é um corredor ecológico essencial para a fauna da Mata Atlântica. As mesmas trilhas percorridas por pessoas são utilizadas diariamente por mamíferos, aves e outros animais para buscar alimento, abrigo, água e manter a conectividade entre fragmentos florestais.Esse equilíbrio, porém, é constantemente ameaçado. O turismo irregular, a abertura de trilhas clandestinas, o excesso de circulação de pessoas, o lixo, o ruído, a presença de animais domésticos e os incêndios florestais aumentam o estresse sobre a fauna, alteram seus padrões de comportamento e comprometem a funcionalidade desse corredor ecológico.Por isso, proteger e restaurar caminham juntos. Conservar apenas os fragmentos remanescentes não é suficiente. É preciso recuperar áreas degradadas, ampliar a cobertura de vegetação nativa e fortalecer a conectividade da paisagem para que os animais encontrem alimento, abrigo e consigam se deslocar com segurança. Cada muda plantada representa um passo na reconstrução desse ecossistema e na redução dos conflitos entre fauna e áreas urbanas.Conservar também significa respeitar. Precisamos compreender que esse território não pertence apenas às pessoas. Antes de serem nossas, essas trilhas já eram caminhos da vida selvagem.Proteger e restaurar o Morro da Baleia é garantir que a biodiversidade continue desempenhando seu papel ecológico, preservando os serviços ambientais que beneficiam toda a sociedade, como a regulação do clima, a proteção das águas e a manutenção da vida.
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Essa semana começa a FLIPEI! Quem vai?
Num mesmo dia, num raio muito curto de quilômetros, em são paulo (cidade) e na sua saída, sem terras, indígenas, quilombolas e outros povos celebravam, se encontravam, travavam lutas! Algumas celebrações e todo um caminho a ser trilhado! Abaixo ao capital!
Famíliaaaaaa! Saiu o decreto, 24 anos de luta dando um novo passo! Na luta de antes contra o lixão! Um assentamento na capital de São Paulo! Infos: mst.org.br/2026/07/31/a... Segue a página da Comuna da Terra Irmã Alberta:
Sementes de Poder: www.instagram.com/p/Dbdh2vLESy...
morcego_marcos_ on Instagram: "Tem livros que chegam na hora certa, né?Sementes de poder: injustiça ambiental e soja geneticamente modificada na Argentina é um li…"
Tem livros que chegam na hora certa, né?Sementes de poder: injustiça ambiental e soja geneticamente modificada na Argentina é um livro de Amalia Leguizamón, publicado aqui no Brasil pela Editora Elefante @editoraelefante A pesquisa da autora aborda tanto a monocultura para a produção de commodities (passando pela terra como mercadoria desde o processo colonial), até a formação ideológica do governo, das grandes empresas e das cidades beneficiadas, ou seja, do Estado e da cultura capitalista!Ao mesmo tempo que observa nos subalternos: no caso dos Pampas e das regiões analisadas, mulheres e camponeses indígenas, pela forma que o sistema se estrutura amassando essas pessoas.Então, o processo colonial não se encerra, apenas, como diria Clóvis Moura, se moderniza sem se transformar! As elites dominantes mantêm suas formas de controle, expandindo os latifúndios, e se aproveitando do caminho aberto pelo modo de produção capitalista e pelo Estado.Mas os sussurros e as lutas acontecem, nos bairros mais pobres, pelas mulheres, pela luta indígena...Enfim, um livro bem interessante, pq disseca uma boa parte do desenvolvimento ideológico que defende o status quo, enquanto observa o movimento das coisas que promove, ajuda, ou estrutura essa ideologia...bem interessante...
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"Por último, mas com certeza não menos importante, a maior estratégia para desmobilizar ativistas é o uso da violência [...]. Famílias camponesas também sofrem o impacto da violência. Elas precisam lidar com ameaças, com a realidade dos despejos forçados e com a violência que faz parte desse pacote+
"Nosso tempo não é o tempo do sistema judiciário". Vita "aqueles que estão no poder semeiam o dissenso literalmente esperando que os ativistas morram". Amalia Leguizamón
"Como socialmente as mulheres costumam ficar encarregadas do cuidado das crianças e da família, pesquisadores descrevem que ativistas muitas vezes vivem uma "tripla jornada" de trabalho: o remunerado, o doméstico e o político. 👇🏾
"O problema é que, além da legitimação, o Estado capitalista precisa dar conta de outra função primordial: a acumulação. Assim, o Estado busca políticas que promovam o crescimento econômico necessário para sua própria reprodução e para angariar apoio das empresas e da sociedade civil, 👇🏾
"As elites políticas se aproveitam das necessidades materiais das pessoas afetadas por seus empreendimentos para obter consentimento, principalmente por meio da implementação estratégica de programas sociais". Amalia Leguizamón
"Uma das principais questões que dificultam a transformação da consciência e a construção da solidariedade - fatores que levam à participação - é, como vimos, o vínculo econômico e ideológico entre as cidades rurais e a produção de soja. 👇🏾
"A violência é uma estratégia importante usada por atores corporativos para desapropriar camponeses de suas terras e reprimir o ativismo. É bastante desigual a relação de poder para resistir ao agronegócio. A Rede Agroflorestal Chaco Argentina (Redaf) documentou 224 conflitos de terra em 2013, 👇🏾
"É uma ameaça permanente ao nosso território, às terras das comunidades indígenas camponesas: a poluição ambiental dos produtos do pacote tecnológico que vem com os transgênicos, a ameaça à biodiversidade, a perda das nossas sementes, a criminalização da luta que defende o território".
"Na Argentina, assim como no Brasil, no Paraguai e na Bolívia, a expansão das lavouras comerciais (em especial de soja) e da pecuária continua sendo o principal motor do desmatamento. Este, por sua vez, é um dos mais importantes causadores das mudanças climáticas, 👇🏾
"O que as Mães de Ituzaingó, a campanha Parem de Fumigar e a AMLV têm em comum? Todas representam lutas de base, de pessoas da comunidade auto-organizadas, preocupadas com os riscos do uso de agrotóxicos à saúde e ao meio ambiente [...]. 👇🏾
"Como bem sabem estudiosos de movimentos sociais, as redes e trocas de experiência são fundamentais para a formação de organizações". Amalia Leguizamón
"Esse é mais um exemplo de como a aliança entre as elites empresariais e estatais promove o extrativismo e a soja GM mobilizando tanto seu poder econômico quanto discursivo. Acompanhada pelos executivos da Monsanto a presidenta [Kirchner] fez um discurso repleto de referências a 👇🏾
"Autoridades estatais usam seus especialistas para legitimar determinadas tecnologias de produção, e revela a preferência do governo por aumentar os riscos, a despeito da incerteza dos resultados". Amalia Leguizamón
"Enquanto sujeitos generificados e racializados em uma posição social historicamente desfavorável, essas ativistas enfrentam barreiras estruturas e simbólicas que limitam sua capacidade para afastar do extrativismo a estratégia desenvolvimentista da Argentina. Além disso, 👇🏾
"Em linhas gerais, os movimentos que surgiram em reação a isso são: (i) assembleias cidadãs em defesa da saúde e da vida, como as Mães de Ituzaingó, impulsionadas pela disseminação de doenças decorrentes de agrotóxicos; e (ii) o movimento indígena camponês no norte do país". Amalia Leguizamón
"Pude sentir também, além da dor, o acolhimento e a força. Havia uma centelha, um brilho no fundo de seus olhos exaustos. Era a valentia e a coragem de enfrentar aquilo que a maioria não quer encarar: 👇🏾
Uniao estavel por motivos de sesc (*morando junto)