Marcos Morcego da Caverna do Morcego

@marcosmorcego.bsky.social

Autor: Por uma Implosão da Sociologia. Pesquisador: Identidade, Território e Organização Política. Comunicador - Caverna do Morcego. Ele/Dele. Sociais - FFLCH/USP Editor e Articulista: Clio Operária Livreiro. Mediador. FLIPEI Linktr.ee/morcegomarcos

Aeee família, da uma atenção, pra se ligar num dos corres do @coletivojapy e se liga nas visão que a @leticia11pereira ta passando, tlg? Na moral, papo sério, tira 3 minutinhos pra dar essa atenção: www.instagram.com/reel/DbmCNj4... Morro da Baleia - Jundiaí

coletivojapy on Instagram: "O Morro da Baleia é muito mais do que um local de visitação: é um corredor ecológico essencial para a fauna da Mata Atlântica. As m…"

O Morro da Baleia é muito mais do que um local de visitação: é um corredor ecológico essencial para a fauna da Mata Atlântica. As mesmas trilhas percorridas por pessoas são utilizadas diariamente por mamíferos, aves e outros animais para buscar alimento, abrigo, água e manter a conectividade entre fragmentos florestais.Esse equilíbrio, porém, é constantemente ameaçado. O turismo irregular, a abertura de trilhas clandestinas, o excesso de circulação de pessoas, o lixo, o ruído, a presença de animais domésticos e os incêndios florestais aumentam o estresse sobre a fauna, alteram seus padrões de comportamento e comprometem a funcionalidade desse corredor ecológico.Por isso, proteger e restaurar caminham juntos. Conservar apenas os fragmentos remanescentes não é suficiente. É preciso recuperar áreas degradadas, ampliar a cobertura de vegetação nativa e fortalecer a conectividade da paisagem para que os animais encontrem alimento, abrigo e consigam se deslocar com segurança. Cada muda plantada representa um passo na reconstrução desse ecossistema e na redução dos conflitos entre fauna e áreas urbanas.Conservar também significa respeitar. Precisamos compreender que esse território não pertence apenas às pessoas. Antes de serem nossas, essas trilhas já eram caminhos da vida selvagem.Proteger e restaurar o Morro da Baleia é garantir que a biodiversidade continue desempenhando seu papel ecológico, preservando os serviços ambientais que beneficiam toda a sociedade, como a regulação do clima, a proteção das águas e a manutenção da vida.

instagram.com

Polícia Militar de Tarcísio mata uma pessoa a cada 13 horas em São Paulo Estatísticas da Secretaria da Segurança Pública revelam 339 mortos pela PM no 1º semestre, enquanto prisões sobem e déficit no sistema prisional chega a 156%...

Polícia Militar de Tarcísio mata uma pessoa a cada 13 horas em São Paulo

Estatísticas da Secretaria da Segurança Pública revelam 339 mortos pela PM no 1º semestre, enquanto prisões sobem e déficit no sistema prisional chega a 156%

brasil247.com

Aeee família, da uma atenção, pra se ligar num dos corres do @coletivojapy e se liga nas visão que a @leticia11pereira ta passando, tlg? Na moral, papo sério, tira 3 minutinhos pra dar essa atenção: www.instagram.com/reel/DbmCNj4... Morro da Baleia - Jundiaí

coletivojapy on Instagram: "O Morro da Baleia é muito mais do que um local de visitação: é um corredor ecológico essencial para a fauna da Mata Atlântica. As m…"

O Morro da Baleia é muito mais do que um local de visitação: é um corredor ecológico essencial para a fauna da Mata Atlântica. As mesmas trilhas percorridas por pessoas são utilizadas diariamente por mamíferos, aves e outros animais para buscar alimento, abrigo, água e manter a conectividade entre fragmentos florestais.Esse equilíbrio, porém, é constantemente ameaçado. O turismo irregular, a abertura de trilhas clandestinas, o excesso de circulação de pessoas, o lixo, o ruído, a presença de animais domésticos e os incêndios florestais aumentam o estresse sobre a fauna, alteram seus padrões de comportamento e comprometem a funcionalidade desse corredor ecológico.Por isso, proteger e restaurar caminham juntos. Conservar apenas os fragmentos remanescentes não é suficiente. É preciso recuperar áreas degradadas, ampliar a cobertura de vegetação nativa e fortalecer a conectividade da paisagem para que os animais encontrem alimento, abrigo e consigam se deslocar com segurança. Cada muda plantada representa um passo na reconstrução desse ecossistema e na redução dos conflitos entre fauna e áreas urbanas.Conservar também significa respeitar. Precisamos compreender que esse território não pertence apenas às pessoas. Antes de serem nossas, essas trilhas já eram caminhos da vida selvagem.Proteger e restaurar o Morro da Baleia é garantir que a biodiversidade continue desempenhando seu papel ecológico, preservando os serviços ambientais que beneficiam toda a sociedade, como a regulação do clima, a proteção das águas e a manutenção da vida.

instagram.com

Sementes de Poder: www.instagram.com/p/Dbdh2vLESy...

morcego_marcos_ on Instagram: "Tem livros que chegam na hora certa, né?Sementes de poder: injustiça ambiental e soja geneticamente modificada na Argentina é um li…"

Tem livros que chegam na hora certa, né?Sementes de poder: injustiça ambiental e soja geneticamente modificada na Argentina é um livro de Amalia Leguizamón, publicado aqui no Brasil pela Editora Elefante @editoraelefante A pesquisa da autora aborda tanto a monocultura para a produção de commodities (passando pela terra como mercadoria desde o processo colonial), até a formação ideológica do governo, das grandes empresas e das cidades beneficiadas, ou seja, do Estado e da cultura capitalista!Ao mesmo tempo que observa nos subalternos: no caso dos Pampas e das regiões analisadas, mulheres e camponeses indígenas, pela forma que o sistema se estrutura amassando essas pessoas.Então, o processo colonial não se encerra, apenas, como diria Clóvis Moura, se moderniza sem se transformar! As elites dominantes mantêm suas formas de controle, expandindo os latifúndios, e se aproveitando do caminho aberto pelo modo de produção capitalista e pelo Estado.Mas os sussurros e as lutas acontecem, nos bairros mais pobres, pelas mulheres, pela luta indígena...Enfim, um livro bem interessante, pq disseca uma boa parte do desenvolvimento ideológico que defende o status quo, enquanto observa o movimento das coisas que promove, ajuda, ou estrutura essa ideologia...bem interessante...

instagram.com

"Por último, mas com certeza não menos importante, a maior estratégia para desmobilizar ativistas é o uso da violência [...]. Famílias camponesas também sofrem o impacto da violência. Elas precisam lidar com ameaças, com a realidade dos despejos forçados e com a violência que faz parte desse pacote+

"O problema é que, além da legitimação, o Estado capitalista precisa dar conta de outra função primordial: a acumulação. Assim, o Estado busca políticas que promovam o crescimento econômico necessário para sua própria reprodução e para angariar apoio das empresas e da sociedade civil, 👇🏾

"A violência é uma estratégia importante usada por atores corporativos para desapropriar camponeses de suas terras e reprimir o ativismo. É bastante desigual a relação de poder para resistir ao agronegócio. A Rede Agroflorestal Chaco Argentina (Redaf) documentou 224 conflitos de terra em 2013, 👇🏾

"É uma ameaça permanente ao nosso território, às terras das comunidades indígenas camponesas: a poluição ambiental dos produtos do pacote tecnológico que vem com os transgênicos, a ameaça à biodiversidade, a perda das nossas sementes, a criminalização da luta que defende o território".

"Esse é mais um exemplo de como a aliança entre as elites empresariais e estatais promove o extrativismo e a soja GM mobilizando tanto seu poder econômico quanto discursivo. Acompanhada pelos executivos da Monsanto a presidenta [Kirchner] fez um discurso repleto de referências a 👇🏾

"Enquanto sujeitos generificados e racializados em uma posição social historicamente desfavorável, essas ativistas enfrentam barreiras estruturas e simbólicas que limitam sua capacidade para afastar do extrativismo a estratégia desenvolvimentista da Argentina. Além disso, 👇🏾

"Em linhas gerais, os movimentos que surgiram em reação a isso são: (i) assembleias cidadãs em defesa da saúde e da vida, como as Mães de Ituzaingó, impulsionadas pela disseminação de doenças decorrentes de agrotóxicos; e (ii) o movimento indígena camponês no norte do país". Amalia Leguizamón