Mario Vitor Rodrigues

@mvitorodrigues.bsky.social

A discussão da anistia, ainda que tediosa, pede boa fé para ser travada. Acontece que a premissa já nasceu enviesada, tornando impossível encontrar um único artigo que seja sobre o assunto livre de exageros. Efeito manada de almanaque.

EDITORIAL: ‘Mais um ano de inflação fora da meta’ – Até agora, o governo Lula da Silva não colaborou e manteve uma política fiscal expansionista. Seria ingenuidade acreditar que algo mudará até 2026 > bit.ly/3Whe0Iz

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Confesso certa deprê quando, diante da realidade, lembro que já tivemos um Fernando Henrique Cardoso como presidente — e uma excepcional, discreta e humanista primeira-dama como Dona Ruth. Temer, considerando a bomba que herdou e o governo que entregou, também deixa saudade.

Estou especialmente curioso para ver o desempenho de Homan, já tratado como "Czar da fronteira" e que foi diretor do Serviço de Imigração na 2° gestão Barack Obama.* (*) de 2009 a 2015, Obama deportou 2,5 milhões de pessoas. É o presidente que mais deportou na história dos 🇺🇸.

Até aqui, as escolhas de Trump surpreendem positivamente. Susie Wiles, Michael Waltz, Marco Rubio e Thomas Homan são experientes. Wiles, diga-se, será a 1ª mulher chefe de Gabinete (Rubio o 1° filho de imigrante secretário de Estado).👇

Até aqui, as escolhas de Trump surpreendem positivamente. Susie Wiles, Michael Waltz, Marco Rubio e Thomas Homan são experientes. Wiles, diga-se, será a 1ª mulher chefe de Gabinete (Rubio o 1° filho de imigrante secretário de Estado).👇

"Ao todo, Dilma gastou 3,1% do PIB para se reeleger." Se vandalismo foi tentativa de golpe, como chamar a tática de Dilma para se reeleger? (e pensar que o atual ministro da Justiça, então no STF, rasgou a Carta para acomodar seu impeachment...) oglobo.globo.com/opiniao/edit...

Dilma gastou mais que Bolsonaro para tentar se reeleger

Estudo estima as despesas dela em 3,1% do PIB e as dele em 0,2% — mas ambos recorreram a gastos ocultos

oglobo.globo.com

A anarquia e estética que permeiam trumpismo e bolsonarismo não são doenças, mas sintomas. Doença é esse sectarismo do bem que empurra as pessoas para o colo do primeiro picareta que aparecer desde que ele se comprometa a confronta-lo.

Trump eleito. O mantra "it's the economy, stupid" se impôs, reforçado por uma política imigratória tão absurda que encontrou críticos entre os democratas. Um presidente senil que demorou a pedir o boné e a retórica "kumbaya" típica da esquerda foram a cereja do bolo.

"Se na hora do jantar o sujeito discute democracia é porque não está preocupado com o preço da comida na sua frente". A frase, irretocável, é da raposa David Axelrod, ex-assessor de Obama e um cético dos apoios de artistas e discursos apaixonados sobre ameaça democrática.👇

Anotem aí: — em meia hora teremos Georgia — em uma hora North Carolina Os dois estados são pêndulo. Caso Trump leve ambos + Pennsylvania volta para a Casa Branca. Georgia: Trump ganhou por 4,8% em 2016; Biden levou por 0,2% há 4 anos. North Carolina: Trump levou em 16 e 20.

Vale pontuar que, diante da avaliação negativa da administração Biden, sobretudo na economia, se Harris vencer terá sido única e exclusivamente pelo fato estar enfrentando Trump. Trocando em miúdos, a rejeição ao ex-presidente, nesse caso, terá sido maior que ao atual governo.