Open Society Brasil

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Trabalhamos pela construção de democracias vibrantes e inclusivas, cujos governos prestam contas à sociedade. Promovemos os valores da @open-society.bsky.social‬ no Brasil.

Reconhecer e valorizar as culturas vivas da Amazônia é fortalecer o Bem Viver e a autonomia das comunidades. Na 3ª edição do Barco Regatão, o Instituto Regatão Amazônia, com nosso apoio, percorreu o Tapajós promovendo cultura e valorização dos territórios. Navegue!

❌VIOLÊNCIA DOMÉSTICA | Análise feita com mais de 2 mil jogos do Brasileirão aponta que frustrações no futebol acentuam casos de violência doméstica. Limbo entre mulher e Estado explica por que a violência dos dias de jogo passa quase despercebida por parte do sistema. Leia: http://dlvr.it/TTj5lf

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Quem está no centro das decisões econômicas? O boletim "Mulheres Negras e Macroeconomia", do Instituto No Front, que apoiamos, defende a incorporação das perspectivas de raça e gênero ao debate sobre política econômica no Brasil. Leia mais: osf.to/4xbzqXN

Instituto lança boletim com perspectiva de economistas negras. Meta é incorporar gênero e raça aos dados econômicos

Instituto lança boletim com perspectiva de economistas negras. Meta é incorporar gênero e raça aos dados econômicos

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Em artigo no Jornal da USP, os pesquisadores Renato Alves e Pedro Benetti analisam dados do Atlas da Violência 2026, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, e reforçam que mais armas em circulação significam mais violência, não mais segurança. Leia: https://osf.to/4wYoBrQ

A cada aumento de 1% na circulação de armas de fogo, homicídios crescem até 2%, mostra relatório

Renato Alves e Pedro Benetti comentam dados do "Fórum Brasileiro de Segurança Pública", que atesta ainda que o aumento da circulação de armas não contribui para a diminuição de crimes

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No Julho das Pretas, refletir sobre equidade econômica é olhar para desigualdades que persistem. Dados da PNAD Contínua mostram que mulheres negras dedicam, em média, 22 horas por semana ao trabalho doméstico e de cuidado não remunerado, quase o dobro do tempo dos homens.

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A "Lei Vini Jr." voltou ao debate na Copa do Mundo após as expulsões de Miguel Almirón e Piero Hincapié, punidos por cobrirem a boca durante discussões em campo. A regra busca impedir que ofensas racistas sejam ocultadas. www.geledes.org.br/lei-vini-jr-...

"Lei Vini Jr.": entenda nova regra que causou expulsão na Copa do Mundo

A Copa do Mundo 2026 conta com algumas novidades em suas regras. Uma delas é informalmente chamada de "Protocolo Vini Jr.", ou "Lei Vini Jr.".

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Durante a Rio Climate & Nature Week, a Open Society Foundations apoiou iniciativas que reuniram lideranças para debater mudanças climáticas, transição energética, desenvolvimento sustentável e justiça climática. Assista ao vídeo e confira os principais momentos desses encontros.

Dos 24 países da América Latina que passaram recentemente por eleições, 20 elegeram a oposição. Os quatro governos reeleitos mostram que a ideologia não explica tudo. Pedro Abramovay analisa o que encurta os ciclos de poder. Leia: https://osf.to/4wBORs7

Derrota de governistas se torna cada vez mais comum na América Latina, independentemente da ideologia

Crises acumuladas, descrença nas instituições e velocidade das redes sociais aceleram troca de governos, cujos ciclos de poder são cada vez mais curtos

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Segundo a ONU, há 304 milhões de migrantes internacionais no mundo, quase o dobro de 1990. Eles representam 3,7% da população global. O aumento está relacionado a guerras, fome, perseguições e desigualdades que seguem impulsionando deslocamentos em escala global.

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Um levantamento global divulgado nesta segunda-feira (22) na revista científica "Nature Climate Change" calcula que cerca de 1 bilhão de pessoas a mais enfrentam hoje ao menos um dia de calor extremo por ano em comparação com os anos 1970 g1.globo.com/meio-ambient...

Calor extremo atinge 1 bilhão de pessoas a mais que nos anos 1970 | G1

Estudo mostra que o calor extremo e o estresse térmico avançam no Brasil, com noites aquecendo mais rápido que os dias e prejudicando a recuperação do corpo humano.

g1.globo.com

Neste Mês do Orgulho, reforçamos que a inclusão fortalece não apenas indivíduos, mas toda a sociedade. Segundo estudo do Banco Mundial, reduzir as barreiras enfrentadas por pessoas LGBTQIA+ no mercado de trabalho amplia oportunidades e contribui para o desenvolvimento do país.

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A Copa do Mundo Masculina de 2026 já mobiliza milhões de pessoas. Em 2027, será a vez de o Brasil receber a Copa do Mundo Feminina pela primeira vez. Para que esse momento deixe um legado duradouro, é preciso garantir que mais meninas tenham acesso e permaneçam no esporte.

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🏳️‍🌈 DIREITOS LGBTQIA+| Levantamento aponta que pessoas LGBTQIA+ enfrentam taxas mais altas de desemprego, menor participação profissional e frequentes de discriminação no ambiente de trabalho. A taxa foi estimada em 15,2%, praticamente o dobro da média nacional. Leia: http://dlvr.it/TSyvw0

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A exclusão financeira limita oportunidades e perspectivas de futuro. O AfroCapital Hack, realizado pela Feira Preta com nosso apoio, reuniu empreendedores, pesquisadores e desenvolvedores para construir soluções voltadas à inclusão e autonomia financeira, além de justiça racial.

Enquanto homicídios de mulheres caem 27,7% no Brasil, taxa de assassinatos dentro de casa permanece estável. Segundo o estudo, 79,9% das agressões ocorrem na residência da vítima Reportagem de Mariana Rosetti ponte.org/brasil-nao-c...

Brasil não consegue frear assassinatos de mulheres dentro de casa há uma década, mostra Atlas da Violência

Pesquisa do Ipea e do FBSP mostra que homicídios em espaços públicos caíram pela metade, mas a violência letal dentro de casa resiste

ponte.org

No novo artigo do nosso vice-presidente de Programas, Pedro Abramovay, a obra de Emicida inspira uma reflexão sobre os desejos e urgências do Brasil de hoje: descanso, cuidado, convivência e futuro. Leia na Gama Revista: https://osf.to/4wVTRIU

Primeiros governos Lula responderam ao Brasil dos Racionais MC. Saberemos responder ao Brasil de Emicida? — Gama Revista

A arte tem esse poder de dar sentido ao nosso tempo. A polítíca pode usar esse sentido para gerar uma mobilização coletiva

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