Paulo Muacho

@paulovmuacho.bsky.social

ele/dele🏳️‍🌈 Progressista e Federalista🇪🇺 deputado do @partidolivre.pt

Há mais de 100 mil pessoas em Portugal com sinais de dependência do jogo. E a publicidade? Em todo o lado. A direita não se preocupa com este problema de saúde pública? Se regulamos a publicidade para o álcool ou tabaco, porque não fazemos o mesmo para o jogo?

O Ch€ga quer derrubar o Governo, mas amanhã vão continuar a negociar com o GOV. O PSD diz que não se pode confiar no CH, mas amanhã continuarão a negociar com eles, incluindo uma revisão constitucional. Hoje é dia de teatro no parlamento, e os portugueses são só figurantes.

A Moção de Censura do Ch€ga é tão inútil que para fazer o seu agendamento para a próxima terça feira dia 8 terá que ser cancelada a audição do MAI que estava agendada para a mesma hora. Afinal não há mesmo interesse nenhum em ter esclarecimentos do Ministro. É só fumaça.

A decisão do TC de não declarar a inconstitucionalidade das alterações à Lei do Retorno nada alteram o facto desta ser uma lei injusta e desumana. Aceitar deportações de menores e separação de famílias é tudo menos uma política humanista. A Lei como está não pode ser promulgada.

Garantir acesso à IVG não é um pormenor, é uma obrigação legal do SNS. A urgência regional de ginecologia e obstetrícia na margem sul é um erro e está a pôr em causa direitos básicos. O @partidolivre.pt vai chamar ao parlamento a Administração da ULS Almada Seixal para dar explicações.

Quando temos uma ministra a investigar a ação de um colega de executivo, impõe-se a pergunta: onde anda o Primeiro-Ministro? O governo está em auto-gestão? Já há ministros a investigar ministros sem que o PM tenha uma palavra a dizer?

Perante o que tem acontecido, exige-se uma decisão corajosa: Portugal não pode compactuar com a organização conjunta do Mundial 2030 com Marrocos. Da parte do LIVRE, tudo faremos para que não fiquemos tristemente associados à organização com um país que mostrou não ter capacidade nem dar confiança.

2 a 3 semanas para resolver o problema da falta de água em Almada não é razoável nem aceitável. É preciso soluções e é preciso responsáveis. Porque é se chegou a uma situação sem rutura sem se ativar qualquer plano de contingência? A CMA deve garantir o abastecimento doméstico.

Num governo cada vez mais radicalizado contra os mais frágeis da sociedade, Palma Ramalho destaca-se pelo seu fanatismo. E vergar a realidade à frente da Assembleia da República, é apenas mais um dia para esta ministra. Cá estaremos para ser alternativa.

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Assinalar a Nakba é lembrar a expulsão e o exílio de milhares de palestinianos em 1948. Mas em 2026, é também olhar para o genocídio em curso em Gaza, para a ocupação da Cisjordânia e para um povo que continua a lutar pelo direito a viver em liberdade e dignidade.

Respeitar as nossas polícias é dar-lhes condições de trabalho, mas também ser muito exigentes contra o abuso de autoridade. O LIVRE propõe videovigilância em todas as esquadras policiais, mas também um reforço na prevenção da saúde mental de quem trabalha nas forças de segurança.

As mulheres não ganham menos porque valem menos. Ganham menos porque a desigualdade salarial continua a existir. O Estado já dá benefícios fiscais a empresas que aumentam salários. O LIVRE quer que esses apoios tenham uma condição simples: reduzir desigualdades salariais entre homens e mulheres.

A Lei da Nacionalidade feita pela direita e extrema-direita é o oposto da moderação e do consenso e é um erro. Merece rejeição. E merecia o veto do Presidente que deixou alertas importantes mas que serão certamente ignorados por esta maioria arrogante e radicalizada.

Há cem anos: a capa de 1º de Maio do diário da Confederação Geral do Trabalho, A Batalha. Último Dia dos Trabalhadores sem censura prévia. A CGT seria ilegalizada no ano seguinte.

Capa de A Batalha, sábado 1 de Maio de 1926. Litografia colorida: operário titânico vermelho, com correntes a partir-se nos pulsos, ergue um martelo sobre uma hidra verde que recua, contra um fundo de chaminés industriais. Cabeçalho com o nome do jornal e «1.º DE MAIO DE 1926» em letras vermelhas grandes.

O jornalismo serve para escrutinar a ação política e por isso não precisa da confiança de qualquer político, mesmo (ou principalmente) quando escreve coisas que não gostamos. Nos tempos que correm então, nunca é bom sinal um político que ataca publicamente um jornalista.

Se Luís Montenegro avançar mesmo com uma revisão constitucional com a direita e a extrema-direita depois de ter garantido ao país que não o faria, essa ficará para a história como uma das maiores mentiras políticas e traições ao mandato popular conferido a um Primeiro-ministro.

Violência política nunca é aceitável contra uma manifestação pacífica, por muito que discordemos dela ou achemos que se baseia em pressupostos falsos ou desinformação. Qualquer ataque ou tentativa contra manifestantes pacíficos é condenável, e esta também.

Violência política nunca é aceitável contra uma manifestação pacífica, por muito que discordemos dela ou achemos que se baseia em pressupostos falsos ou desinformação. Qualquer ataque ou tentativa contra manifestantes pacíficos é condenável, e esta também.

As eleições para os órgãos externos do Parlamento serão novamente adiadas. A razão? O Chega quer nomear pessoas para todas elas. Já imaginaram quantas Mafaldas Livermore conseguirão nomear para o Tribunal Constitucional ou para o Conselho Superior da Magistratura?