Pedro A. Pinheiro 🌹

@pedrofapinheiro.bsky.social

Deputado Municipal de Matosinhos, física na FCUP, social-democrata radical, da @asdprojeto.bsky.social e do @partidolivre.pt 📍 Portugal 👉 linktr.ee/pedrofapinheiro

As mulheres não ganham menos porque valem menos. Ganham menos porque a desigualdade salarial continua a existir. O Estado já dá benefícios fiscais a empresas que aumentam salários. O LIVRE quer que esses apoios tenham uma condição simples: reduzir desigualdades salariais entre homens e mulheres.

Há anos que o LIVRE insiste nisto. Se queremos que as pessoas usem mais transportes públicos, temos de ter mais transportes públicos. Mais oferta, mais ligações, menos confusão entre passes e territórios. 🧵1/3

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Poupar dinheiro aos portugueses e tornar o país melhor para viver: é esta a nossa ideologia. O LIVRE defendeu o passe ferroviário nacional quando muitos diziam que era impossível. Agora, o próximo passo é um Passe de Mobilidade Nacional.

Nos anexos, são listados todos impostos sobre riqueza que existem ou existiram. No caso dos países nórdicos e germânicos, foram criados no século XIX ou na primeira metade do século XX. Todos os que foram revogados, foram-no nos anos 90 e 2000 (era neoliberal)

Pedro A. Pinheiro 🌹@pedrofapinheiro.bsky.social · 5mo ago

50 anos de socialismo e Portugal nunca teve um imposto sobre riqueza. (de um relatório temático da Comissão Europeia: op.europa.eu/en/publicati...)

O racismo estrutural mata. Não é uma opinião — é o que os dados mostram. #WeekOfSolidarityWithThePeoplesStrugglingAgainstRacismAndRacialDiscrimination

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A saúde é um direito. Há um Serviço Nacional de Saúde. A habitação também é um direito. Porque não um Serviço Nacional de Habitação?

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🔍 A violência contra as mulheres é a maior ameaça à segurança pública: Uma em cada três mulheres já sofreu violência física e/ou sexual, mas menos de 40 % das vítimas de procura ajuda ou denuncia. A cada 10 minutos uma mulher ou rapariga é assassinada. +

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🔍 A violência contra as mulheres é a maior ameaça à segurança pública: Uma em cada três mulheres já sofreu violência física e/ou sexual, mas menos de 40 % das vítimas de procura ajuda ou denuncia. A cada 10 minutos uma mulher ou rapariga é assassinada. +

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Hoje o país lembra as vítimas de violência doméstica. E que este dia seja também um compromisso coletivo: proteger as vítimas, prevenir a violência e não tolerar o silêncio perante o abuso.

Hoje celebramos a igualdade — condição essencial para uma sociedade democrática — e os direitos, antes negados, que as mulheres já conquistaram. Mas também lembramos que a luta feminista tem ainda um longo caminho pela frente, pela liberdade e emancipação de todas as mulheres. +

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Há algumas semanas o CH entregou no Parlamento um projeto de lei para revogar a Lei n.º 38/2018, que consagra o direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género. Hoje, o PPD/PSD entregou o seu próprio projeto de lei para revogar a Lei n.º 38/2018.

Apenas o respeito pelo direito internacional, pelos Direitos Humanos e pela soberania garantirão a segurança de todos. É urgente parar com a escalada militar e assegurar um cessar-fogo imediato no Médio Oriente.

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