Raquel Rolnik

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Urbanista e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e coordenadora do LabCidade FAUUSP. 📷: Arte de Ottavia Pasta http://linktr.ee/RaquelRolnik

A Barra Funda está mudando. Mas o que permanece? E o que não pode desaparecer? A Iniciativa Negra e o LabCidade vem construindo, em parceria, um mapeamento coletivo das transformações sociais, econômicas, culturais, comunitárias e habitacionais do bairro

Racismo Urbano: a qualidade urbanística cai drasticamente em bairros populares e majoritariamente negros, evidenciando uma diferenciação que não promove saúde e bem-estar de forma igualitária. É preciso uma política unificada de gestão e conservação que cubra toda a cidade

Abandono Público: Atualmente, a manutenção das calçadas é responsabilidade do proprietário do imóvel, o que gera falta de continuidade, de projeto único e de fiscalização. *Carros vs. Pessoas: gasta-se bilhões em pavimentação para automóveis, enquanto o espaço do pedestre...

10 em cada 10 calçadas de São Paulo possuem problemas. Você sabia disso? Nesta reportagem do TVT News, Raquel Rolnik avalia que a pesquisa é marcada por uma profunda desigualdade que vai muito além de buracos no chão. 🚧

O COLAPSO DA PRIVATIZAÇÃO EM APENAS 3 DIAS! 🚆🔥 O que você precisa saber: Trivia faz parte de uma holding ligada a Nenê Constantino, o antigo "rei dos ônibus" em SP, cuja fortuna veio de um serviço de ônibus criticado. A pergunta que fica é: a privatização é solução para quem?

🌍 Congresso Mundial de Arquitetos (UIA-2026): arquitetura para o fim do mundo? Direto de Barcelona, mais de 10 mil arquitetas e arquitetos se reuniram e a professora Raquel Rolnik traz reflexões urgentes sobre o tema desta edição: "Arquitetura para um planeta em transição".

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UIA World Congress of Architects 2026, em Barcelona. Discutimos como a moradia e o direito à cidade devem orientar a construção de cidades mais inclusivas e democráticas. Em um contexto de financeirização da moradia e desigualdades territoriais, reafirmar isso é URGENTE!!!

🥵 As cidades estão sufocando e a culpa não é só do clima. Nosso modelo urbano foi desenhado para negar a natureza: enterram rios, colocamos o sistema hídrico em tubos e pavimentamos. O resultado? Ondas de calor matam mais nas nossas metrópoles do que enchentes e deslizamentos

🏠 *HIS NA PAUTA: Participe do Seminário na Câmara Municipal!* 📢 HIS : moradia de verdade ou produto financeiro imobiliário? qual o futuro da habitação em São Paulo? Sua presença é essencial para repensarmos as estratégias de produção e gestão de habitação para quem mais precisa.

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A CPI que deveria corrigir a fraude das fake HIS terminou e o saldo é revoltante: absolutamente nada foi feito🚫 🔗 Entenda os detalhes dessa análise:https://labcidade.fau.usp.br/relatorio-da-cpi-das-fake-his-se-recusa-a-enfrentar-a-monstruosidade-que-revelou/

Novo artigo do LabCidade revela é que esses eventos deixaram de ser "exceções" para se tornarem o nosso novo cotidiano. Não se pode aceitar uma atuação estatal que foque apenas no pós-desastre. A verdadeira resiliência exige justiça territorial e políticas habitacionais robustas.

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Querem acabar com o Samba do Cruz! 🥁💔 Há mais de 60 anos, esse espaço na Casa Verde é um símbolo de resistência e um reduto importante da cultura negra e do futebol de várzea na Zona Norte de São Paulo. Agora, uma decisão judicial determina um prazo para a desocupação do local

Estratégia de pressão: O estudo aponta que os pagamentos costumam ter picos em dezembro, no recesso do Judiciário para agilizar remoções com menor resistência. Esta não é uma solução habitacional, é uma forma de reduzir artificialmente a fila da moradia no papel

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Por que isso é um problema grave? Exclusão definitiva: Ao aceitar esse valor, a família é retirada permanentemente da lista de espera ou programa habitacional. Ciclo da precariedade: O valor é pouco para o mercado, empurrando as pessoas de volta para a informalidade.

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Um novo levantamento do Observatório de Remoções revela a face cruel da Lei 17.777/2022. Pesquisadores descobriram que a Prefeitura de SP tem pago uma média de R$ 55 mil de indenização por remoções, o que representa 25% do valor de uma unidade habitacional do programa Pode Entrar

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