Susana Peralta

@speraltalisboa.bsky.social

Associate Professor of Economics @NovaSBE. Public Economics, Political Economy. Op-ed columnist @Publico. Weekly podcast Fora do Baralho @Observador. Own views.

Trapalhadas, passa-culpas e negação da extensão de problemas e danos por Fernando Alexandre. Mais decisão grave de não adiar 2a fase, que obrigou a *dar positivas falsas* em 4 exames nacionais. Não é modelo de reformismo. É modelo de incompetência.

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👉% exames com notas em falta? 👉% exames com notas erradas? 👉 alunos sem notas devem fazer o quê? Começar a estudar para 2a fase? Vai haver 3a fase só para eles? 👉como vão resolver esta brutal desigualdade de circunstâncias? ‼️É o mínimo que o Ministério da Educação tem de dizer já ‼️

"Não só não há bases de dados para estudos do RSI — curioso como há tanta gente com tantas certezas — como temos de nos contentar com umas estatísticas anuais que incluem a distribuição por idade, sexo e região. Nem o nível de educação dos beneficiários conhecemos." www.publico.pt/2026/06/19/o...

As acrobacias de Palma Ramalho

A ministra misturou, habilmente, alhos com bugalhos — fraude com pagamentos indevidos e prestações muito díspares umas com as outras.

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Portugal: de tragédia adiada em tragédia adiada, até ao dia em que dá realmente merda e ficamos muito espantados a perguntar como foi possível. A barraca apoteótica do North Festival demonstra que estranho é não acontecer mais vezes. 🎭 🎭 🎭 🎭 www.publico.pt/2026/06/12/o...

North Festival — o festival enquanto penico

Os Cure foram magníficos, mas a maravilha do concerto não corrige o dolo da organização. Só o torna mais imperdoável.

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O pobre deve ser sujeito a trabalho grátis e humilhado em atividades não essenciais da instituição que o acolhe, para garantir que só se habilita à PSU se realmente não tiver alternativa. Para os malandros que, mesmo assim, abusam, a lei cria um canal de denúncias. www.publico.pt/2026/06/05/o...

Assim como assim, damos-lhe transporte e ração

Uma coisa é desenhar um “contrato de inserção”, em conjunto com o beneficiário, que pode incluir colaborações do tipo trabalho social; outra, tornar o trabalho grátis obrigatório.

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'Em 2024, havia 301 mil crianças pobres em Portugal. Metade destas crianças não participa em atividades extracurriculares ou de lazer e um quarto não participa em viagens escolares que exigem pagamento da família, nem pode convidar amigos a casa para conviver.' @speraltalisboa.bsky.social

Há menos pessoas pobres em Portugal, mas ainda são demasiadas

Ainda há 1,66 milhões de pessoas a viver em situação de pobreza. Quando temos em conta as três condições de pobreza ou exclusão social, o número sobe para dois milhões.

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"Estão os responsáveis políticos — incluindo o PR, eleito por muitos como dique contra a onda de extrema-direita que nos invadiu — disponíveis para se colocarem do lado do combate à homofobia, à transfobia e à bifobia, que matam, repudiando a neutralidade cúmplice?" www.publico.pt/2026/05/15/o...

No domingo, hasteemos a bandeira do orgulho!

Este 17 de maio pode ser o último, durante uns anos, em que hasteamos legalmente a bandeira do orgulho LGBTQ+ em edifícios públicos.

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É útil que Assembleia Municipal de Lisboa ouça utilizadores do transporte privado. Só que esse ponto de vista não devia ser dado por Carlos Barbosa por 2 razões 1 - O lobista-mor já foi deputado municipal e tem mais peso por isso. 2 - Barbosa diz sempre a mesma coisa. www.publico.pt/2026/05/08/o...

Carlos Barbosa, a travar Lisboa desde 2004

Para Barbosa, o popó é um elemento tão perene da paisagem urbana como as galerias romanas da Rua da Prata. Resta-nos esperar que a câmara prefira dar ouvidos aos residentes deste século.

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O meu texto de hoje no Público acerca do discurso de Aguiar Branco nas cerimónias do 25 de Abril. Combater a transparência é contribuir para a captura da arena política por indivíduos sem escrúpulos. Com uns pózinhos para a saga dos clientes do PM www.publico.pt/2026/05/01/o...

Qual excesso de transparência?

O tom jocoso de Aguiar-Branco contribui para a degradação da democracia e serve precisamente para validar a captura da política por indivíduos sem escrúpulos.

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Seguir o rasto do dinheiro e avaliar a partir dele se as decisões dos responsáveis políticos servem quem passa o cheque ao invés de quem vota é um mecanismo essencial ao funcionamento da democracia. Não deem cabo dele. www.publico.pt/2026/04/24/o...

Sem saber quem paga, não há democracia

Na véspera do 25 de Abril, fica esta mensagem: impedirem-nos de saber quem paga a quem deve trabalhar em nosso nome é um ataque ao coração da democracia.

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À atenção do Presidente Seguro, com saudações do voto progressista que também o levou a Belém. "Seria importante que PR afirme que é uma obrigação do Estado português içar a bandeira da diversidade, da dignidade e da segurança das pessoas LGBT+." www.publico.pt/2026/04/20/o...

O fim do arco-íris

A atual maioria de extrema-direita no Parlamento decidiu agora, em mais uma imitação pobre de medidas de Trump, banir as bandeiras arco-íris dos edifícios públicos. Porquê?

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“As vítimas são assim duplamente penalizadas, com compensações curtas e com o enxovalho da exposição pública da avareza da Igreja, que poupa uns trocos desvalorizando — mais uma vez — o sofrimento das suas vítimas”. E ainda levam com o fisco. www.publico.pt/2026/04/10/o...

Generosa com abusadores, avara com vítimas

O processo começou coxo. O prazo para apresentar pedidos de compensação começou em junho de 2024, mas o regulamento foi publicado no final de julho.

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"Não percebo o que ganham deputados e deputadas do PSD, Ch e CDS, para além da preguiçosa sinalização de virtude numa guerra cultural fétida, à custa da minoria da minoria, a mais odiada e discriminada - um capacho fácil de espezinhar para políticos sem princípios." www.publico.pt/2026/03/27/o...

O odor fétido da intolerância na AR

Não percebo o que ganham os deputados e deputadas do PSD, Chega e CDS com esta lei. Para além, claro, da preguiçosa sinalização de virtude numa guerra cultural fétida.

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Hoje a maioria Ch/PSD/CDS mandou um recado claro aos jovens trans: fiquem caladinhos, não vão falar com um professor, familiar ou amigo. O vosso questionamento é um delírio. Muito menos procurem médicos porque os deputados sabem melhor o tratamento de que precisam: a humilhação.

No @publico.pt acerca do estudo sobre mercado das explicações (com P. Freitas, B. P. Carvalho & F. M. Pereira). Amostra representativa 2400 famílias = 3256 alunos 1º-12º ano. Mercado das explicações em 🇵🇹 vale 1 milhão €/dia (excluindo 2 meses de férias do verão). www.publico.pt/2026/03/13/o...

Um milhão de euros por dia para fomentar desigualdades educativas

A formidável máquina de desigualdades que são as explicações mina a nossa capacidade coletiva de lutarmos e votarmos pela melhoria da escola pública.

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