Luís Filipe Silvério Lima

@lfslima.bsky.social

Nas horas vagas, professor de História Moderna na Unifesp. Qualquer coincidência com a semelhança é mera vida real.

Pego na mentira. Qual é o tema levado à mesa de debates ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro? Novamente os ataques à confiabilidade das urnas eletrônicas? Tal pai, tal filho. O trágico não é apenas a farsa do candidato, mas ver milhões de eleitores cooptados por essa degradação.

quer de novo um governador que promove política de extermínio, que privatizou tudo a preço de banana, aumentou tarifas, piorou serviços, deixou as linhas de trem em meio ao caos, à superlotação e aos acidentes, botou pedágio em tudo e ainda aumentou o icms dos combustíveis? eleitorado paulistano:

imagem em fundo branco com um guaxinim em pé, de braços levantados, sob a frase “me dê, papai”

🎥 R$ 200 milhões em dinheiro público para construir um parque bíblico no Rio de Janeiro. O projeto "Terra Prometida" prevê cenários inspirados nos cinco primeiros livros da Bíblia, um cinema sobre o Gênesis, espaços para cultos, batismos e orações.

Elogiar a vida na Argentina só porque a economia deles vem crescendo mais do que a brasileira é como um torcedor do Flamengo elogiar o futebol do Brusque por liderar a Série C. O líder da Série C não joga mais bola do que o vice-líder da Série A.

Fotógrafo brasileiro flagra o momento exato em que o presidente argentino, mais conhecido como usuário permanente de fraldas geriátricas (aos 55 anos!) e criminoso internacional de esquema de criptomoedas, se transforma num porco (Sus scrofa domesticus).

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"Palanque leva a lugar nenhum", aí a comparação histórica dele é com o Império (imperador não se submetia a eleição, e os gabinetes controlavam o processo eleitoral) e Geisel (literalmente um ditador). Ái eh mole falar q n pode levar pra campanha eleitoral

Disponível@robbiezinho.bsky.social · last wk.

Elio Gaspari quer quer o Brasil apanhe calado dos EUA (existe todo um negócio em uma parte da elite do BR que é emular o comportamento de aristocracia, né? como se não fazer nada diante de uma humilhação fosse nos dar mais dignidade)