Pedro Strazza

@pedrosazevedo.bsky.social

Jornalista, gosta de cinema, curte Oscar. Antes Folha Ilustrada, B9, Cinemático, Omelete.

Tive que ler 2 vezes o IMDb para ter certeza que é o Renny Harlin o diretor desse The Beast. O cara lançou o fim da trilogia dos Estranhos, um filme de tubarão com o Aaron Eckhart e um thriller com o Samuel L. Jackson de presidente no mesmo ano? Está aí alguém que trabalhou mais que a Anne Hathaway.

Opinião impopular: não gosto da ideia do Jack Lowden como novo 007. Escalar para o papel o cara que faz o mocinho de uma série de comédia de espiões fracassados é uma jogada preguiçosa E tosca. Nada contra o ator.

Fico feliz em ver a galera se mobilizar pela mídia física, falar em movimento etc, mas com filminhos só consigo pensar em 2 problemas 1) a falta de reprodutores de DVD e Blu-Ray no mercado (seu videogame não vale) 2) a ausência da fabricação de discos no país E olha que ainda tem o problema do 4K.

Cidade dos Sonhos, 25 anos! Na capa da Folha Ilustríssima deste domingo, para marcar o marco de um dos trabalhos mais queridos de David Lynch, escrevi sobre como o filme, top 10 na última votação de melhores da história da Sight and Sound, quase morreu na praia como piloto de TV.

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"O cinema brasileiro viveu vários ciclos em que se articulou como indústria —a Vera Cruz e a pornochanchada são exemplos. A questão é que são sistemas frágeis, que não se sustentam a longo prazo. O cinema brasileiro precisa lutar por paradigmas que o transformem em indústria estável" - Andrea Ormond

É que tô há algum tempo querendo escrever da sala de cinema enquanto espaço de convivência... mas vamos pôr nesses termos: o incômodo que vocês tem hoje com as sessões cheias, eu tenho com as discussões de filmes em Twitter e cia. Prefiro bem mais as performances ao vivo que os hot takes virtuais.

Lembrando que Neuer voltou da aposentadoria da seleção para essa Copa porque acreditava que esta geração da Alemanha tinha tudo para vencer o penta. No fim viu em primeira mão o time perder pro Equador na fase de grupos e para o Paraguai nos pênaltis.

Muito difícil entender o estado emocional dos jogadores brasileiros da "atual geração" da seleção e que participaram das Copas anteriores, de 22 e 18. Só por esse jogo com o Egito, dá para sentir o psicológico destruído entrando no caminho do entrosamento do time.