Jeff Silksong Coelho

@jeffquesado.ulivre.dev

Content on pt-br, sometimes en Caerbannog-lang Minha toca => https://computaria.gitlab.io/blog/ Javeiro falhando miseravelmente em ficar fora de redes sociais =/ Bora aprender ciência da computação ou matemática? @ulivre.dev

Aprender, criar músculos, esses são processos anti-naturais que o corpo faz questão de não fazer e não só como também de desfazer quando você para de praticar... Por essa lógica do "bom natural", você também não deveria treinar levantando peso. O natural é preguiçar! E furunfar!

Yuri Albuquerque@yurialbuquerque.dev · 11h ago

Dia desses uma neurologista aqui no bsky disse que o cérebro, na real, não gosta de aprender. É um processo moroso, gasta muita energia, exige muitos processos. Aprender é um processo que vai contra a nossa "biologia natural". Acho que vocês sabem o que isso indica em relação a transfóbicos.

Dia desses uma neurologista aqui no bsky disse que o cérebro, na real, não gosta de aprender. É um processo moroso, gasta muita energia, exige muitos processos. Aprender é um processo que vai contra a nossa "biologia natural". Acho que vocês sabem o que isso indica em relação a transfóbicos.

On this date seven years ago, we did HTTP/3 with #curl for the first time: https://daniel.haxx.se/blog/2019/08/05/first-http-3-with-curl/

First HTTP/3 with curl

In the afternoon of August 5 2019, I successfully made curl request a document over HTTP/3, retrieve it and then exit cleanly again. (It got a 404 response code, two HTTP headers and 10 bytes of content so the actual response was certainly less thrilling to me than the fact that it actually delivered that response over HTTP version 3 over QUIC.) The components necessary for this to work, if you want to play along at home, are reasonably up-to-date git clones of curl itself and the HTTP/3 library called quiche (and of course quiche’s dependencies too, like boringssl), then apply pull-request 4193 (build everything accordingly) and run a command line like: `curl --http3-direct https://quic.tech:8443` The host name used here (“quic.tech”) is a server run by friends at Cloudflare and it is there for testing and interop purposes and at the time of this test it ran QUIC draft-22 and HTTP/3. The command line option `--http3-direct` tells curl to attempt HTTP/3 immediately, which includes using QUIC instead of TCP to the host name and port number – by default you should of course expect a HTTPS:// URL to use TCP + TLS. The official way to bootstrap into HTTP/3 from HTTP/1 or HTTP/2 is via the server announcing it’s ability to speak HTTP/3 by returning an Alt-Svc: header saying so. curl supports this method as well, it just needs it to be explicitly enabled at build-time since that also is still an experimental feature. To use alt-svc instead, you do it like this: `curl --alt-svc altcache https://quic.tech:8443` The alt-svc method won’t “take” on the first shot though since it needs to first connect over HTTP/2 (or HTTP/1) to get the alt-svc header and store that information in the “altcache” file, but if you then invoke it again and use the same alt-svc cache curl will know to use HTTP/3 then! ## Early days Be aware that I _just_ made this tiny GET request work. The code is not cleaned up, there are gaps in functionality, we’re missing error checks, we don’t have tests and chances are the internals will change quite a lot going forward as we polish this. You’re of course still more than welcome to join in, play with it, report bugs or submit pull requests! If you help out, we can make curl’s HTTP/3 support better and getting there sooner than otherwise. ## QUIC and TLS backends curl currently supports two different QUIC/HTTP3 backends, ngtcp2 and quiche. Only the latter currently works this good though. I hope we can get up to speed with the ngtcp2 one too soon. quiche uses and requires boringssl to be used while ngtcp2 is TLS library independent and will allow us to support QUIC and HTTP/3 with more TLS libraries going forward. Unfortunately it also makes it more complicated to use… The official OpenSSL doesn’t offer APIs for QUIC. QUIC uses TLS 1.3 but in a way it was never used before when done over TCP so basically all TLS libraries have had to add APIs and do some adjustments to work for QUIC. The ngtcp2 team offers a patched version of OpenSSL that offers such an API so that OpenSSL be used. ## Draft what? Neither the QUIC nor the HTTP/3 protocols are entirely done and ready yet. We’re using the protocols as they are defined in the 22nd version of the protocol documents. They will probably change a little more before they get carved in stone and become the final RFC that they are on their way to. ## The libcurl API so far The command line options mentioned above of course have their corresponding options for libcurl using apps as well. Set the right bit with CURLOPT_H3 to get direct connect with QUIC and control how to do alt-svc using libcurl with CURLOPT_ALTSVC and CURLOPT_ALTSVC_CTRL. All of these marked EXPERIMENTAL still, so they might still change somewhat before they become stabilized. ## Update Starting on August 8, the option is just `--http3` and you ask libcurl to use HTTP/3 directly with CURLOPT_HTTP_VERSION.

daniel.haxx.se

In the 70s-80s, thanks largely to Frances, women accounted for ½ of the experimental compiler group inside IBM “One of the many things Fran did was attract women to her field,” said Jeanne Ferrante, who worked alongside her for over a decade. “She looked out for the people who were underrepresented”

Frances Allen - Infinite Women

American computer scientist renowned for her pioneering work in optimizing compilers.

infinite-women.com

STEMfem@stemfem.bsky.social · yesterday

8/4/1932 — b. Frances E. Allen, American computer scientist. A pioneer in optimizing compilers; language and #security code programmer, National Security Administration. The first female IBM fellow; a fellow of the Computer History Museum (2000) #womenshistory #WomenInSTEM #SciSky #HistSci #NSA #IBM

Frances E. Allen

🌱Araucária 🌎Araucaria angustifolia Conservação: Criticamente em perigo (IUCN Red List) Espécie nativa do Brasil A araucária é a espécie arbórea dominante da floresta ombrófila mista, ocorrendo majoritariamente na região... 📷 Diego Monsores, crisss, valterluizguimaraes e mais 1

Uma árvore de porte médio a grande, com folhagem densa e perene de um verde intenso, destacando-se contra um céu azul claro e sem nuvens. As folhas são distintamente grossas, rígidas e extremamente pontiagudas, apresentando um formato que lembra uma lança larga na base e que se afunila para uma ponta afiada. Elas estão densamente arranjadas em espiral ao longo de ramos robustos e lenhosos, conferindo-lhes uma textura escamosa e um aspecto espinhoso e quase reptiliano. A coloração das folhas varia do verde escuro e profundo nas folhas maduras ao verde mais claro, quase amarelado, nas pontas dos ramos e nos brotos mais jovens. Múltiplos ramos se estendem para cima e para fora de um tronco central, formando uma copa irregular mas compacta, que ocasionalmente revela o azul do céu através de suas aberturas. Não são visíveis flores ou frutos. No canto inferior direito, parte da folhagem de outras árvores, de um verde mais escuro, é visível ao fundo.
Atenção: O alt da imagem foi gerado automaticamente.Duas árvores de grande porte dominam a cena em um dia de neblina. Seus troncos são altos, retos e de cor marrom, com casca visivelmente áspera e texturizada, variando para tons avermelhados na árvore da direita. As copas são características, formadas por galhos grossos que se estendem quase horizontalmente em camadas, carregando folhagem densa de um verde escuro intenso. As folhas são pequenas, rígidas e pontiagudas, agrupadas em tufos nas extremidades dos ramos, conferindo um aspecto robusto à copa. Não são visíveis flores ou frutos. As árvores se elevam sobre um campo de grama verde, parcialmente delimitado por uma cerca simples de postes de madeira. O fundo está imerso em uma névoa espessa, revelando apenas silhuetas de outras árvores e da paisagem distante.
Atenção: O alt da imagem foi gerado automaticamente.
Foto de crisss no iNaturalist.Uma árvore colossal de tronco extremamente grosso e reto domina a cena, elevando-se verticalmente para fora do enquadramento superior. O tronco possui uma casca rugosa de tonalidade marrom-acinzentada, amplamente coberta por uma camada espessa e aveludada de musgo verde-claro a verde-escuro, que se adensa particularmente na sua base e na metade inferior visível. As raízes expostas na base são notavelmente robustas e volumosas, formando protuberâncias que se assemelham a grandes dedos ou pés, igualmente revestidas por um denso musgo verde. A copa da árvore principal não é visível. O ambiente é uma floresta densa e úmida, com diversas outras árvores de troncos mais finos e folhagem verde exuberante no fundo, e arbustos de diferentes tons de verde preenchendo o sub-bosque. O solo é acidentado, coberto por uma manta de raízes superficiais, folhas secas e caídas em tons de marrom avermelhado, galhos dispersos e terra úmida, complementado por rochas musgosas à esquerda, onde uma placa metálica está afixada.
Atenção: O alt da imagem foi gerado automaticamente.
Foto de valterluizguimaraes no iNaturalist.Uma estrutura vegetal grande e robusta, de formato ovalado a cônico. Sua cor principal é um verde escuro profundo, com áreas mais escuras de marrom-avermelhado nas depressões das escamas. A superfície é coberta por inúmeras escamas hexagonais e pontiagudas, dispostas em um padrão espiralado e sobreposto. As pontas salientes das escamas são de cor amarelo-claro a creme, dando uma aparência ligeiramente seca e espinhosa. Na base da estrutura, há projeções mais longas e afiadas, de tonalidade verde-amarelada. O objeto está isolado em um fundo escuro.
Atenção: O alt da imagem foi gerado automaticamente.
Foto de George Shepherd no iNaturalist.

🌱Pau-brasil 🌎Paubrasilia echinata Conservação: Em perigo (IUCN Red List) Espécie nativa do Brasil O pau-brasil ou pau-de-pernambuco (atual Paubrasilia echinata Lam. 📷 Laurent Quéno

Uma planta exibindo uma profusão de flores e botões em tons vibrantes de amarelo. As flores abertas possuem pétalas largas e de formato irregular, predominantemente amarelas, com um centro marcante de cor vermelho-vinho profundo ou estrias avermelhadas. Em algumas flores, estames amarelos com filamentos curvos são visíveis, e uma estrutura de cor vermelha intensa se destaca. Numerosos botões florais amarelos, com pontas avermelhadas espreitando, são alongados e ovais, envoltos por sépalas verdes. As flores estão dispostas em cachos densos, com diferentes estágios de abertura. Folhas compostas pinadas de cor verde, com folíolos pequenos e alongados, são visíveis de forma desfocada no segundo plano. A planta sugere um porte arbustivo ou arbóreo, e o ambiente é exterior, com um fundo escuro e desfocado que realça as cores vivas das flores em primeiro plano.
Atenção: O alt da imagem foi gerado automaticamente.